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Referência no setor cultural, Governo do Estado investe R$ 2,2 milhões na reforma da Casa do Artesão

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29 de junho de 2021

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Leonardo Rocha, Subcom

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Referência no setor cultural do Estado, a Casa do Artesão irá receber uma reforma geral no valor de R$ 2,2 milhões. A obra faz parte do pacote lançado pelo governador Reinaldo Azambuja, que prevê ainda a revitalização de vários pontos que fazem parte do patrimônio cultural do Estado, no valor de R$ 18,6 milhões.

Além da Casa do Artesão, vão passar por reformas o Castelinho (R$ 4 milhões), Centro Cultural José Octávio Guizzo (R$ 5,5 milhões), Palácio Popular da Cultura (R$ 5 milhões), Igreja Tia Eva (R$ 450 mil), Igreja Candelária (R$ 468,5 mil), Concha Acústica Helena Meireles (R$ 120 mil), Restauro Vagão (R$ 330 mil) e Marco (186,7 mil).

O lançamento das obras faz parte do programa “Retomada MS”, que contempla uma série de medidas de apoio aos setores que foram mais atingidos em função da pandemia do coronavírus. São ações que envolvem auxílio emergencial, isenções fiscais, aberturas de crédito e reformas.

“Neste pacote também temos as obras estruturantes. Entre elas a Casa do Artesão que será totalmente reformada. São várias obras dentro do setor cultural, que mostram a importância deste segmento para nossa gestão, que vai contar com esta retomada de investimentos”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja.

A artesã Bia Barros agradeceu ao governador por novamente lembrar do setor neste momento de dificuldade. "Recebi a notícia com grande alegria e satisfação, pois além dos artesãos serem beneficiados com o auxílio, também teremos a reforma da Casa do Artesão, que é um lugar que buscamos para comercialização do nosso trabalho. Temos que agradecer estes investimentos". 

Casa do Artesão em Campo Grande

Fomento à cultura

A Casa do Artesão está situada em prédio histórico e centenário da Capital, fazendo parte dos principais pontos turístico de Campo Grande. O local recebe obras de 700 a 900 artesãos de Mato Grosso do Sul para exposição e comercialização.

São mais de cinco mil peças disponíveis para venda, tendo uma movimentação diária em média de 200 a 300 pessoas por dia no local. São obras que retratam o artesanato regional, com referência direta à cultura do Estado.

Coordenadora da Casa do Artesão, Eliane Torres

“Fazem parte destes itens obras de cerâmica, cabaça, madeira, além de roupas e até itens de alimentação como doces e mel feitos no Estado. Entre eles está até uma cachaça feita em Bonito. Também dispomos de lembranças como chaveiros, brincos, além de peças indígenas, das etnias Terena e Kadiwéu”, explicou a coordenadora da Casa, Eliane Torres.

Ela destacou que as peças têm preços que vão de R$ 1,00 (cartão postal) até R$ 1,2 mil, mas que em média os itens custam em torno de 10 a 15 reais. “Tem para todo gosto, posso dizer que 90% dos frequentadores são turistas, que passam aqui para comprar um presente e levar para familiares e amigos”.

Torres contou que recebe muitos grupos de turistas ou pessoas que vem até a cidade participar de eventos ou congressos. “Este é o público principal, que, é claro, com a pandemia houve uma queda, mas que voltou a melhorar o movimento no último mês”. Por esta retomada o local está funcionado de segunda a sábado.

História

O prédio centenário localizado na área central, no cruzamento das Avenidas Afonso Pena e Calógeras, foi construído entre 1918 e 1923, com projeto do engenheiro Camilo Boni. Lá funcionou a primeira sede do Banco do Brasil. Passou a se tornar a “Casa do Artesão” em 1° de setembro de 1975.

Após inauguração do espaço, o local teve sua primeira revitalização em 1990, quando foi reinaugurado, sendo depois em 1994 tombado como patrimônio histórico estadual. A Casa que é vinculada a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, é um dos principais pontos culturais do Estado.

“A Casa do Artesão é o ícone do nosso artesanato estadual, somos referência regional, de suma importância para área cultural. Local que tem mais de 40 anos aberto ao público, que gera renda aos artesãos do Estado, para fomentar este setor”, concluiu a coordenadora Eliane Torres.

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

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4 de junho de 2026

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

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Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...

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4 de junho de 2026

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal