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“Quem tem de ir embora é ele”, diz fazendeiro que trocou tiros com invasor em Girassol

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23 de junho de 2021

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COXIM AGORA

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Na manhã desta quarta-feira (23/6), viaturas policiais ainda realizam buscas por Lázaro Barbosa, 32 anos, na região em que um fazendeiro trocou tiros contra um homem que tentou invadir uma chácara em Girassol, próximo a Edilândia, no Entorno do Distrito Federal. O fato aconteceu na noite dessa terça-feira (22/6).

Metrópoles apurou que o suspeito tentou arrombar a porta da casa, mas acabou contido pelo proprietário do terreno, que estava armado. O criminoso revidou.

As buscas no local de mata fechada duraram toda a madrugada e seguem pela manhã. Aos policiais o caseiro contou que, por volta das 20h40, percebeu quando alguém tentou forçar a maçaneta da porta da casa. Ele pegou a arma e atirou contra o invasor. Houve troca de tiros. Após os disparos, ligou para um amigo na cidade e pediu para que mandasse uma viatura até o endereço.

A reportagem conseguiu conversar com o dono da propriedade, de 54 anos, que preferiu não revelar o nome.

“Ele deu um tiro a cerca de 50m. Eu não me assusto. Estava esperando. Não saí daqui em nenhum momento. Estou aqui 24h. Não tenho medo disso aqui. Quem tem de ir embora é ele, não é nós, não”, afirmou o fazendeiro.

Segundo o proprietário, na última sexta-feira (18/6), um invasor entrou na casa, pegou leite e linguiça no congelador e, depois, deixou o local.

Ele disse não poder confirmar que se trata de Lázaro. “Tem muita gente aproveitando dessa situação. Os criminosos estão caindo em cima”, disse.

Até o momento, não há confirmação se o invasor é Lázaro Barbosa de Sousa. O fazendeiro não se feriu na troca de tiros e não soube dizer se o criminoso foi atingido. Ele contou que não teve contato visual direto com o suspeito e teria visto apenas “um vulto” por um buraco.

“As polícias ficaram a noite toda vasculhando, mas não acharam nada na mata. Eu reagi porque ninguém chega para arrombar a minha porta. Estou preparado”, explicou.

Buscas

A força-tarefa das polícias de Goiás e do Distrito Federal entrou, nesta quarta-feira (23/6), no 15º dia de buscas a Lázaro Barbosa, 32 anos, na região de Girassol, distrito de Cocalzinho, no Entorno. O fugitivo é acusado de cometer série de crimes – entre os quais, uma chacina que vitimou quatro pessoas da mesma família, no Incra 9, em Ceilândia, em 9 de junho deste ano.

Nesta manhã, a base de operações montada na Escola Municipal Alto da Boa Vista amanheceu com pouca presença de forças de segurança.

Antes, a operação contava com mais pontos de bloqueio ao longo de todo o percurso entre o Distrito Federal e Cocalzinho de Goiás, nesta quarta-feira, a reportagem identificou apenas uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) entre Águas Lindas e Girassol.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS