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Quatorze marcas de café são avaliadas em pesquisa

Das 14 principais marcas de café torrado e moído encontradas em supermercados e revelou que boa parte delas tem fragmentos de insetos e impurezas acima do estabelecido

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16 de abril de 2015

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Aquele cafezinho tradicional, irrecusável, que ajuda a acordar e serve de digestivo depois do almoço, pode trazer uma surpresa nada agradável. Avaliação realizada pela Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – das 14 principais marcas de café torrado e moído encontradas em supermercados e revelou que boa parte delas tem fragmentos de insetos e impurezas acima do estabelecido. Uma das marcas apresentou grande quantidade de produto cancerígeno.
Foram testadas as marcas 3 Corações, Bom Jesus, Caboclo, Café Brasileiro, Café do Ponto, Fort, Jardim, Maratá, Melitta, Pelé, Pilão, Pimpinela, Qualitá e Seleto. Destas, apenas Melitta, Pelé e Pilão encontraram-se dentro dos índices regulamentados para a presença de sujidades, que, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), deve ser de 60 fragmentos a cada 25 gramas de café.
No Café Jardim, o teste detectou a presença de quase o triplo do limite permitido para ocratoxina A, uma substância que pode causar tumores. O limite máximo tolerado é de 10 microgramas da toxina por quilo. No café Jardim, foram detectados 27,03 microgramas.
Esse é um problema cumulativo. “Se o café com essa substância for consumido com frequência, poderá causar danos”, alerta a coordenadora da Proteste, Maria Inês Dolci, que informa já ter enviado os resultados da pesquisa para as empresas avaliadas e para a Anvisa. Ela se diz surpresa com a pesquisa. “Esta é a quinta vez que realizamos essa análise em café. Desde 2002, este é um dos piores resultados”, analisa.
O Café Jardim também apresentou seis vezes mais fragmentos de insetos do que o limite de tolerância. Na maioria das marcas, o registro de impurezas foi até 3,5 vezes acima do limite permitido. Essas impurezas, contudo, não trazem riscos à saúde.
O outro lado
O Café Jardim informa que já solicitou o resultado completo da pesquisa e a metodologia utilizadas pela Proteste para submeter seus produtos a testes próprios. A empresa também garante que entrou em contato com revendedores e fez o recolhimento do lote.
A Anvisa recebeu os laudos da análise feita pela Associação de Defesa do Consumidor e afirma, por meio de nota, que como apenas uma marca “apresentou inconformidade que representa risco à saúde”, solicitou à vigilância sanitária local a colheita de mesmo lote do produto citado na pesquisa para análise própria. 
Também foi solicitada a inspeção sanitária do Café Jardim. Ainda segundo a nota, todas as vigilâncias sanitárias foram comunicadas para que sejam adotadas as medidas necessárias.  Ao comprar café, o consumidor deve ficar atento ao selo de qualidade da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) que vem na embalagem. 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS