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Publicado Edital para ponte sobre o Rio Paraguai entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta

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12 de março de 2021

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Marcelo Armôa, Semagro

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Foi publicado nesta sexta-feira (12) o Edital da Licitação Pública Internacional que definirá o consórcio de empresas para construir a ponte sobre o Rio Paraguai, que vai ligar o município de Porto Murtinho a Carmelo Peralta, no país vizinho. A obra, orçada e US$ 82 milhões, será paga com recursos da Itaipu Binacional e é fundamental para o avanço do cronograma de implantação da Rota Bioceânica.

“A publicação deste Edital é motivo de comemoração pelos governos brasileiro, sul-mato-grossense e dos demais países envolvidos com a Rota Bioceânica. Há poucas semanas, a Comissão Mista Paraguai Brasil, na qual a Semagro representa o Governo do Estado, aprovou esse Edital e aguardávamos sua publicação. Agora, o governo paraguaio deu início ao certame e temos aí, a perspectiva de que, cumpridos todos os prazos legais, a ponte seja concluída em 2024”, comentou o secretário Jaime Verruck, da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar).

O Edital pode ser acessado no site do DNCP (Dirección Nacional de Contrataciones Públicas) por construtoras paraguaias e brasileiras interessadas na execução das obras da ponte sobre o Rio Paraguai. A estrutura, do tipo estaiado, foi orçada em cerca de US$ 82 milhões e o prazo de construção estimado em 3 anos. A data para o início da recepção das ofertas é o dia 12 de abril, a partir das 9h. A abertura das propostas será às 9h30 do dia 26 de abril de 2021.

Esta será a terceira união física com o Brasil, depois da Ponte da Amizade (em Ciudad del Este - Foz do Iguaçu) e da Ponte da Integração (Presidente Franco - Foz do Iguaçu), atualmente em construção.

De acordo com o MOPC (Ministério de Obras Públicas e Comunicações do Paraguai), “esta obra é considerada o principal elo de todo o Corredor Rodoviário Bioceânico, cujo primeiro trecho de 277 km já está em construção para unir os municípios de Carmelo Peralta (Alto Paraguai) e Loma Plata (Boquerón), registrando até hoje quase 70% de avanço geral”.

O secretário Jaime Verruck lembra que a publicação do Edital é um passo fundamental no cronograma de implantação efetiva da Rota Bioceânica e que, tanto o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, quanto o governo federal, têm se empenhado com os investimentos necessários do lado brasileiro.

“No que diz respeito ao Governo do Estado, as obras necessárias em Porto Murtinho já foram concluídas. Estamos evoluindo de forma significativa no âmbito do governo federal no acesso da BR-267. Agora, o próximo passo é a definição do modelo aduaneiro mais apropriado e competitivo para viabilizar as exportações e importações brasileiras e paraguaias por meio dessa rota. Toda essa região de Mato Grosso do Sul deverá ter um salto de desenvolvimento nos próximos anos”, finalizou o titular da Semagro.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS