quinta, 04 de junho, 2026
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Um fazendeiro de São Gabriel do Oeste foi multado em R$ 208.740,00 pela Polícia Militar Ambiental (PMA) após uma queima descontrolada atingir 4,24 hectares de pastagem e 40,90 hectares de Área de Preservação Permanente (APP). O proprietário, que já havia sido penalizado pelo mesmo crime em 2022, agora responde criminalmente pelo incidente, ocorrido durante um período de proibição de queimadas devido à seca severa.
Conforme informações divulgadas pela PMA, na última terça-feira (10), a equipe realizou uma fiscalização em uma propriedade rural localizada a aproximadamente 30 km da área urbana, após receber uma denúncia de queima ilegal. Durante a vistoria, os policiais constataram que o fogo foi iniciado em tocos e folhas da Palmeira Bacuri, com o intuito de eliminar resíduos. No entanto, a ação, que o proprietário alegou ser uma queima controlada, saiu do controle e atingiu 4,24 hectares de pastagem.

Foto: Divulgação PMA
Além da área de pastagem, o incêndio também se alastrou para uma Área de Preservação Permanente (APP), afetando tanto a propriedade do autuado quanto uma fazenda vizinha. No total, cerca de 40,90 hectares de área protegida foram destruídos pelo fogo. O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter as chamas, operação que durou quase 10 dias, devido à forte estiagem e ao calor extremo que castigam a região.
Diante da infração ambiental, o proprietário foi multado em R$ 204.500,00 pelo incêndio na área de preservação permanente e em R$ 4.240,00 pela queima de 4,24 hectares de área agropastoril, totalizando uma penalidade de R$ 208.740,00. A atividade de queima controlada está suspensa desde junho de 2024, conforme determinação do órgão ambiental, devido às condições climáticas adversas.

Foto: Divulgação PMA
Além das multas administrativas, o proprietário da fazenda já responde criminalmente pelo incêndio, uma vez que o caso foi denunciado à Delegacia de Polícia Civil de São Gabriel do Oeste. Esta não é a primeira vez que o autuado é penalizado por crimes ambientais: ele já havia sido multado pelo mesmo tipo de infração em 2022.
A Polícia Militar Ambiental reforça a importância do cumprimento da legislação que proíbe o uso do fogo, especialmente em períodos de seca. A população deve estar consciente dos riscos ambientais e à saúde pública causados por queimadas irregulares.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS