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Projeto Laços Compartilhando Saberes acontece em Rio Verde

O evento terá vários serviços gratuitos, como cortes de cabelo, manicure, e atividades de recreação, o local contará com várias tendas para atendimento às mulheres. Também haverá Praça de Alimentação, artesanato, danças, e shows musicais com o Grupo Sampri e Juliana Monteiro.

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17 de outubro de 2019

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RVMS

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No próximo sábado, dia 19, o Projeto Laços, Compartilhando Saberes terá uma edição especial em Rio Verde. As atividades vão acontecer na Praça das Américas, no centro da cidade, com início às 16 horas.
O Projeto Laços, Compartilhando Saberes, é uma realização da Fundação de Cultura de mato Grosso do Sul/Prefeitura Municipal de Rio Verde, por meio da Assessoria Especial de Cultura e apoio das secretarias municipais de Saúde, Assistência Social e Educação.
Além de oferecer vários  serviços gratuitos, como cortes de cabelo, manicure, e atividades de recreação, o local contará com várias tendas para atendimento às mulheres. Também haverá Praça de Alimentação, artesanato, danças, e shows musicais com o Grupo Sampri e Juliana Monteiro.
Profissionais de saúde estarão no local realizando, testes rápidos (Hepatite, HIV, Sifinis), aferição de pressão arterial, avaliação de saúde bucal, atendimento a mulher - ultra som de mama (vai ensinar a fazer alto exame de mama também).
Veja a Programação:
Entrada: Gratuita
Sábado, dia 19 de Outubro - Projeto Laços - Compartilhando Saberes
Pula - Pula e os Brinquedos Infláveis - Gratuito para as Crianças
Algodão Doce - Distribuição Gratuita
*Praça de Alimentação -  CAP'S
*Tenda de Artesanato
*Tenda Mulheres empreendedoras
*Tenda corte de cabelo e Manicure - Gratuito
*Tenda Saúde - Testes Rápidos (Hepatitie, HIV, Sifinis)
*Tenda Melhor Idade (Trico e Crochê)
*Nutricionistas -  Oficina Nutricional
*Atendimento odontológicos na prevenção do câncer bucal
*Atendimento a mulher - ultra som de mama (vai ensinar a fazer alto exame de mama também)
*Apresentação Nasf - Grupo de mulheres ativas
*Apresentação Projeto - Paineira Rosa - Balé
 *Apresentações artísticas - Show com o Grupo Sampri e Juliana Monteiro
Grupo Sampri
O grupo Sampri nasceu de uma roda de samba de fundo de quintal, da conversa calorosa e da batucada intimista. Foi criado em 2002 de forma inusitada e, desde 2005, segue sua trajetória com três irmãs: Magally, Luciana e Renatinha, que contam com o talento de dois grandes percussionistas para acompanhá-las.
Suas letras discorrem sobre sentimentos, temas tão universais que a melhor maneira de explicar é recomendar que se aperte o play e sinta.

Juliana Monteiro
Juliana Monteiro no palco ocorreu ao lado do marido que é DJ. Durante passagem de som em um evento, ela cantou e ali descobriu a carreira artistíca. Um mês depois, já estava cantando em barzinhos, em Aquidauana. Vieram convites para exposições agropecuárias, bares do Paraná, do Mato Grosso e até do Paraguai. No repertório, ela canta Marília Mendonça, Maíara e Maraísa, Simone e Simaria. 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS