quinta, 04 de junho, 2026

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Foi realizada na tarde de terça-feira (30/11) a inauguração oficial do Projeto garoto Cidadão na sede do GAAM (Grupo de Apoio a Adoção Manjedoura) na Vila Mariana em Coxim. A iniciativa atenderá 150 crianças do local e do bairro Vale do Taquari, as atividades começam no próximo ano.
Fruto de uma parceria entre Fundação CSN, Grupo Santa Otília e Prefeitura Municipal de Coxim O Garoto Cidadão é um projeto sociocultural com o objetivo de proporcionar o desenvolvimento humano de crianças e adolescentes de 9 a 18 anos em situação de vulnerabilidade social, oferecendo durante o contra-turno escolar, atividades nas linguagens: música, teatro, dança, artes visuais, canto coral, expressões da arte e cultura e cidadania.
 O prefeito Edilson Magro ressaltou o início da aproximação com a CSN que resultou na efetivação do projeto: “tudo começou com uma conversa lá em 2020 com a Mônica e sua equipe, quando eu ainda não era prefeito e passada as eleições, assumimos a prefeitura e formalizamos a implantação na Fazenda Lambari, onde está sendo um sucesso. Fiz o pedido de trazermos o projeto para a cidade e graças a essa parceria que temos hoje está sendo inaugurado aqui na Vila Mariana o projeto que dará mais oportunidade para as crianças, só tenho a agradecer a dedicação da nossa equipe e CSN por ter nos atendido”. Finalizou o prefeito.
Monica Fogazza - presidente da Fundação CSN presidente da falou da consolidação do projeto: “o garoto Cidadão é um projeto que tem 20 anos que faz realmente a diferença, porque, não é um projeto somente de música, teatro e dança, é muito mais que isso, a gente abre possibilidades a gente mostra a potência que cada um tem dentro de si. Quero agradecer a todos por confiarem seus filhos a participarem das nossas aulas. Começamos em Volta Redonda (RJ) e é com muita honra que está chegando aqui no Centro Oeste, aqui em Coxim e meu sonho é que a gente consiga ter esse projeto no Brasil todo”. Disse a presidente.
Em Coxim, atualmente, o Garoto Cidadão atende 50 crianças na Fazenda Lambari e com a ampliação vai atender mais 150 crianças da Vila Mariana, do bairro Vale do Taquari e Silviolândia.  Está presente em cinco estados brasileiros: Minas Gerais (Arcos e Congonhas); Rio de Janeiro (Volta Redonda e Itaguaí); Paraná (Araucária); cidade de São Paulo (em Heliópolis) e Mato Grosso do Sul em três cidades (Bonito, Coxim e Porto Murtinho).
Também participaram da inauguração, Fábio Silvestre - Gerente de projetos da Fundação CSN, Helder Holiveira - Gerente de articulação da Fundação CSN, Lena Inocêncio - coordenador nacional do projeto Garoto Cidadão; os secretários municipais de saúde Flávio Dias, de gestão Veronildes Batista, de desenvolvimento sustentável Sergio Alexandre; servidores municipais; a coordenadora do CRAS Senhor Divino Elisângela Feitosa; vereadores Ademir Peteca, Marly Nogueira, Abílio Vaneli, Marcinho Souza, Flávio Duarte, Jeferson Aislan e William Meira.
 

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS