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Projeto Esperança atende 200 crianças em Sonora

O projeto traz atividades escolares, educacionais, artesanais, lúdicas e conta com oito professores, 1 cozinheira, 1 pessoa responsável pela limpeza, além de outros cedidos por empresa e município, além do padre Fábio que auxilia os trabalhos

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26 de junho de 2015

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Ana Flávia Dorsa

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A freira italiana Maria Paula é a responsável pelo Projeto Esperança Giuseppe Guttilla que funciona em Sonora há mais de 20 anos e atende cerca de 200 crianças. A irmã que está há 30 anos no Brasil, morou em Sonora na década de 90, quando o projeto foi fundado ao lado da irmã Firmina. Depois foi trabalhar em outros lugares, mas retornou à cidade e hoje toca novamente este projeto.
Na época em que o projeto foi fundado, o padre da igreja era o Padre Antonino, que hoje se tornou o bispo Dom Antonino. Segundo a irmã Maria Paula, a cidade era repleta de cortadores de cana, e a prostituição era uma prática muito comum. O projeto veio justamente para isso, para acolher crianças de 6 à 15 anos e preveni-las desse problema e para que eles permanecessem na escola. 
O projeto traz atividades escolares, educacionais, artesanais, lúdicas e conta com oito professores, 1 cozinheira, 1 pessoa responsável pela limpeza, além de outros cedidos por empresa e município, além do padre Fábio que auxilia os trabalhos.
Funcionando em um prédio próprio o projeto começou após uma família italiana perder um filho. Após esse drama de família, os pais decidiram ajudar o projeto doando a indenização que receberam com a morte do herdeiro. 
Passado todos esses anos a família não mais colaborou, porém os pais dos alunos formaram uma associação para manter financeiramente esse projeto. Mais a crise e alguns problemas fizeram esse projeto quase deixar de existir, mas vendo o quanto esse fez diferença na vida de alguns jovens que hoje se tornaram professores, enfermeiros, padres, é que a vontade de continuar fez com que uma alternativa fosse encontrada pelas suas coordenadoras. 
Mudaram então a estrutura de sustentação, hoje conta com a colaboração da prefeitura e Usina Sonora que cede professores e outras fontes que são boladas pelas irmãs que tocam as atividades e que usam a criatividade para arrecadar o que mais é necessário como rifas, brechó, aluguel do salão palestras e outras atividades.
O prédio passou por uma super reforma e teve o incentivo financeiro de R$100 mil reais da empresa de energia Tractebel. Com a ajuda da empresa Pró-Vida foi possível realizar a construção de um refeitório. Hoje esse é o principal projeto da igreja católica de Sonora, que hoje enfrenta outras demandas junto aos jovens, pois o perfil não é mais o mesmo da época de fundação, é outra realidade social, outro perfil da família, poucos tem um modelo tradicional para amparar.
“Tentamos oferecer o melhor para eles, conseguimos sala de informática e uniforme. Todos os dias nos esforçamos para melhorar as condições dadas aos alunos. Sabemos por exemplo, que muitos dependem da alimentação do projeto para se alimentar, então procuramos incrementar bem as refeições e ajudá-los nesta nutrição. As mudanças são notórias na vida dos que freqüentam o projeto, o que nos faz orgulhar desse trabalho. Muito antes do governo falar de bolsa família e outros programas de fortalecimento de vínculo, já estávamos trabalhando neste sentido. Em Sonora fomos pioneiros neste tipo de assistência. Hoje queremos diversificar e crescer ainda mais, para projetar essas crianças para um futuro melhor” finalizou o padre Fábio.

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

4 de junho de 2026

Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

 

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

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Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...

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4 de junho de 2026

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal