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Geral
O Delegado Regional da Polícia Civil de Coxim, Dr. Arante Fagundes Filho, disse em entrevista exclusiva ao Diário do Estado que a integração entre polícia e sociedade é muito importante para quebrar certos paradigmas, pois muitas vezes a população vê a entidade apenas como um órgão repressor, porém o trabalho social da polícia vai muito mais além
24 de novembro de 2015
Carlos Pires
Na manhã de sexta-feira (20), na Escola Estadual Padre Nunes, foi realizada uma ação de parceria, da Unidade Regional de Perícia e Identificação (URPI) e Delegacias de Polícia de Coxim que realizaram palestras de conscientização sobre ética e cidadania (direitos e deveres), violência doméstica, valorização da família, respeito à diversidade, bullying, valorização da igualdade (Consciência Negra), e apresentaram o papel e a função da equipe da polícia e da equipe da perícia para crianças e adolescentes de 07 a 12 anos do 3º ao 5º ano do Ensino Fundamental.
Também foram entregues panfletos informativos com orientações sobre como tirar o RG, e panfletos sobre prevenção da violência e sobre o perigo das drogas.
Além disso, foi realizada uma grande gincana com as crianças e adolescentes com o objetivo de oportunizar momentos de lazer e diversão, dentro de uma Filosofia de Polícia Comunitária. Desta forma o projeto objetivou desenvolver auto-estima e alegria, na busca de uma melhor qualidade de vida.
Segundo os organizadores do evento, em meio a tanta violência em que crianças e adolescentes estão expostos, muitas vezes no próprio ambiente familiar, na escola, e através da mídia, tornam-se necessários movimentos de integração e reflexão comprometidos com a construção de uma sociedade voltada a uma cultura de paz, com respeito à diversidade e valorização da igualdade.
O Delegado Regional da Polícia Civil de Coxim, Dr. Arante Fagundes Filho, disse em entrevista exclusiva ao Diário do Estado que a integração entre polícia e sociedade é muito importante para quebrar certos paradigmas, pois muitas vezes a população vê a entidade apenas como um órgão repressor, porém o trabalho social da polícia vai muito mais além, e contribui com a ética, a cidadania, o respeito às pessoas e as autoridades constituídas.
O Delegado ressaltou ainda que se surpreendeu com o resultado e o sucesso da ação, pois houve uma aceitação muito boa por parte dos alunos, dos pais, da direção da escola e tudo foi passado de forma tranqüila através de brincadeiras, conversas e troca de informações entre policiais, alunos, monitores e professores.
Para finalizar, Dr. Arante disse que o resultado foi bastante positivo e que para o próximo ano, será elaborada uma agenda para que o projeto Escola Cidadã possa atingir por todas as escolas do município. O Delegado aproveitou a oportunidade para agradecer ao Conselho de Segurança de Coxim pelo importante apoio ao evento, à direção da escola e aos professores, algumas pessoas da sociedade que também colaboraram, ao comércio em geral e à imprensa pela parceria na divulgação e cobertura do projeto.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS