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Professor de Alcinópolis tirou turma da sala para conhecer as riquezas de MS

Grupo se aventurou por 11 cidades repletas de riquezas culturais e tradições de Mato Grosso do Sul

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27 de novembro de 2024

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Idaicy Solano/campograndenews

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Essa é uma história daquelas que provam que a educação vai muito além da sala de aula e se torna transformadora quando conecta o aluno com sua própria cultura e ambiente. Neste ano, um grupo de alunos da Escola Estadual Profª Romilda Costa Carneiro, no município de Alcinópolis, decidiu se aventurar em um roteiro repleto de riquezas culturais e tradições de Mato Grosso do Sul. 

Ao todo, eles visitaram 11 cidades, onde participaram de festas tradicionais, exploraram algumas das principais rotas de ecoturismo e conheceram parte da história da população afrodescendente do Estado. Tudo isso foi possível graças à ideia de um professor engajado e apaixonado pela educação. 

O professor Thierry França Porato, de 35 anos, foi o responsável por guiar a turma nessa jornada e destaca que proporcionar essas experiências aos adolescentes foi algo grandioso, devido à bagagem de conhecimentos que agora carregam.

Ele ressalta que, graças ao projeto, batizado de “Andanças”, muitos tiveram uma oportunidade única de se aprofundar nas raízes históricas, culturais e tradicionais do Estado, além de aprender mais sobre os biomas locais.

“Talvez nós não tivéssemos outra oportunidade de conhecer esses lugares e descobrir o que cada um tem de bom. Ao final, conseguimos enxergar que cada cidade tem suas riquezas e sua história, e isso faz com que os estudantes valorizem nosso estado”, explica. 

Thierry conta que, durante uma viagem à cidade de Bonito, no Festival de Inverno de 2022, sentiu o desejo de criar um projeto para levar seus alunos a conhecerem as cidades do Estado. 

O objetivo era escolher roteiros que incluíssem festivais locais, sítios arqueológicos, monumentos históricos, turismo ecológico e outras experiências que pudessem enriquecer a memória e a cultura dos estudantes.

Nos últimos três anos, a turma teve a oportunidade de explorar e descobrir o que cada município tem a oferecer, desde as riquezas naturais até as festas tradicionais. Ao todo, eles visitaram 11 cidades, incluindo Bonito, onde participaram do Festival de Inverno, realizaram flutuação no Rio Sucuri e no Rio Verde e conheceram as cachoeiras das 7 Quedas e a Fazenda Igrejinha Ecoturismo. 

O roteiro também contou com uma visita ao Bioparque Pantanal, em Campo Grande; Furnas do Dionísio, em Jaraguari; visita às Cachoeiras da Serra da Bodoquena; e visita ao Horto da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) e os benefícios da Fitoterapia, em Dourados. 

Eles participaram do Festival da Coxinha e visita à Cachoeira do Rio do Peixe, em Rio Negro; fizeram rapel no Salto Majestoso e Parque das Emas, em Costa Rica; e passeio de caiaque no rio Taquari, em Coxim.

O grupo também percorreu todos os pontos turísticos e sítios arqueológicos de Alcinópolis. A vista ainda rendeu um guia turístico da Rota Rupestre, documentado e elaborado pelos próprios alunos. (confira aqui)

Os passeios foram custeados por dinheiro arrecadado com a venda de comidas e rifas, e apoio da Secretaria de Educação do município de Alcinópolis, que forneceu o transporte. Os destinos foram escolhidos de acordo com a disponibilidade de agenda tanto da escola quanto das atrações que os alunos tinham curiosidade em conhecer. 

“Nosso objetivo era conhecer todos os municípios do Estado e aprender mais sobre nossa gente, nossos costumes e principalmente ver a cultura de cada local. Cada cidade trouxe uma imersão na cultura e o mais incrível foi ver o quão diverso Mato Grosso do Sul é”, expressa.

Segundo o professor, um dos locais mais incríveis que visitaram foi as Furnas do Dionísio, em Jaraguari. Lá, ele relata que o grupo experienciou uma verdadeira aula ao ar livre sobre a história e cultura afro. “Ver como as pessoas ainda mantêm as tradições e como valorizam aquele lugar único. E, se não fosse um projeto escolar feito com a dedicação dos alunos, nós não conseguiríamos visitar”, finaliza. 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS