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Procon Mato Grosso do Sul celebra 39 anos de conquistas e avanços na defesa do consumidor

Instituição reforça ações inclusivas e inovações tecnológicas, destacando o legado e os desafios superados.

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25 de abril de 2025

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do idest

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O Procon Mato Grosso do Sul, vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead), celebrou nesta quinta-feira (24) seus 39 anos de atuação na defesa dos direitos dos consumidores sul-mato-grossenses. Com a criação da política estadual de proteção, orientação e educação do consumidor, a instituição tem se destacado pela modernização de processos e pela intensificação de ações inclusivas.

Histórico e desafios superados

Durante a solenidade comemorativa realizada na sede do Procon, ex-gestores relembraram os desafios e avanços ao longo das últimas quatro décadas. Lairson Palermo, Alexandre Monteiro, Marcelo Monteiro Salomão, Nikollas Pellat, Rodrigo Bezerra Vaz e Patrícia Mara da Silva destacaram a evolução da instituição desde 1986, quando foi criada o Sistema Estadual de Proteção ao Consumidor (Seprocon), e como o Procon sempre buscou atuar de maneira integrada com os Procons municipais.

Alexandre Monteiro ressaltou a importância da digitalização e o impacto da implantação do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) em sua gestão, substituído posteriormente pelo E-Procon, durante as gestões de Marcelo e Rodrigo.


Fotos: Kleber Clajus

Legado e inovação

O secretário-executivo do Procon/MS, Angelo Motti, enfatizou que o Procon segue honrando o legado dos anteriores e trabalhando na efetiva implementação da política estadual de proteção ao consumidor, instituída em novembro do ano passado. Motti também destacou as atualizações no portal de serviços digitais e no site institucional, com o objetivo de facilitar o acesso da população e fortalecer a interação com a administração pública.

“Estamos em um processo constante de inovação para atender melhor a população e garantir os direitos dos consumidores em todas as esferas”, afirmou Motti.

Procon inclusivo e atuação em diversas frentes

Em um movimento mais inclusivo, o Procon/MS tem intensificado ações de combate ao racismo e à desigualdade de gênero nas relações de consumo. Além disso, comunidades indígenas e quilombolas têm sido atendidas com orientações sobre seus direitos e deveres, promovendo uma maior conscientização sobre o consumo responsável e as legislações pertinentes.

“Somos facilitadores do processo de materialização do direito, assegurando que todos recebam o devido acolhimento e a resolução administrativa de suas demandas”, concluiu Motti.


Fotos: Kleber Clajus

Presenças

O evento contou com a presença de Carla Cardoso Nunes da Cunha, procuradora do Estado e chefe da CJUR/Procon; Reginaldo Salomão, delegado titular da Decon; Araci Iva de Araújo, presidente da Associação Estadual de Defesa da Cidadania e do Consumidor (ADECC), além de representantes dos Procons de diversos municípios do Estado.

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS