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Procon de Coxim alerta para golpe do Financiamento/Consórcio

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18 de agosto de 2021

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Augusto Marques/Procon-Coxim

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O Procon de Coxim alerta a população para não cair no golpe do financiamento onde o cliente contrata o financiamento de um bem e, na verdade, assina o contrato de um consórcio.

A diretora do Procon Géssica Soares explica como funciona este crime: “nesta modalidade de golpe está sendo vendido um consórcio e não financiamento, que após assinado e realizado o pagamento, o consumidor se depara com o problema. Acreditou estar financiando um bem, quando na verdade, entrou em um consórcio não contemplado e que só terá direito a receber o bem no final do pagamento de longas parcelas ou nas regras do consórcio”.

O consórcio e o financiamento são modalidades diferentes de aquisição de bens, no consórcio, você tem acesso ao crédito para a aquisição do bem desejado somente após a contemplação. Já no financiamento, uma vez aprovado, a liberação do valor para a aquisição do bem acontece de forma imediata.

Veja dicas do Procon para não cair em golpes relacionados a financiamentos e consórcios:

  • Desconfie de ofertas e condições de pagamento muito vantajosas;
  • Não pague nenhum valor antes de conferir pessoalmente junto às administradoras de consórcios se realmente houve a contemplação da cota ofertada você deve comparecer ao endereço fornecido por ela, administradoras de consórcios, ou no seu site oficial. Se o vendedor tentar te convencer a ir a alguma empresa "representante" ou "parceira", não aceite;
  • Confira se a instituição que administra o sistema é autorizada pelo Banco Central. A lista pode ser consultada no site do BC;
  • A administradora pode te exigir uma série de documentos para avaliar se aprova ou não a transferência de titularidade;
  • Antes de assinar o contrato, solicite à administradora uma cópia da ata da assembleia onde a cota foi contemplada;
  • Não acredite em venda de cotas contempladas nem em entrega de carta de crédito ou do bem em prazo pré-determinado. Essas promessas são forte indício de golpe;
  • Esteja atento ao que está escrito no contrato e as promessas verbais do vendedor;
  • Antes de fechar qualquer negócio, pesquise sobre a reputação da empresa ou do vendedor;
  • Não pague nada a ninguém antes de ter seu cadastro aprovado, ou do contrato assinado após ser lido.
  • Serviço:

    O Procon de Coxim está disponível para tirar dúvidas e receber denúncias referentes a golpes relacionados a consórcios e outras reclamações de consumidores. Basta entrar em contato pelo WhatsApp (67) 99603-2882 ou pelo e-mail [email protected].

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    Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

    Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

    Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

    3 de junho de 2026

    Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

     

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    Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

    O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

    Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

    Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

    Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

    “Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

    O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

    O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

    Qualidade de vida

    Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

    Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

    Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

    Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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    Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

    Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

    Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

    3 de junho de 2026

    Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

     

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    Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

    Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

    Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

    A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

    De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

    A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

    O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

    A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

    G1 MS