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Geral
Por determinação da 2a Promotoria de Justiça de Coxim, a Prefeitura de Coxim está providenciando o fechamento do lixão de Coxim. O prazo final é 1º de janeiro de 2020. Trata-se de processo complexo, mas já em andamento desde 2017.
17 de janeiro de 2019
Assessoria''
Há 20 anos, todo o lixo gerado em Coxim é jogado no lixão de forma irregular, a céu aberto na área de 7,8 hectares, à margem da BR-163, prejudicando o meio ambiente. Atualmente, a população de Coxim produz cerca de 50 toneladas de lixo por dia.
Há mais de 15 anos o Ministério Público de Mato Grosso do Sul vem cobrando providências ao Município, pois não havia qualquer controle sobre os resíduos depositados no lixão.
Em 2006, foram ajuizadas ações pelo Ministério Público Estadual visando a solução do problema. Tais processos resultaram na aplicação de multas de mais de R$ 10 milhões (dez milhões de reais) ao município.
Em 2017 o atual prefeito, Aluizio São José, foi convocado pela Promotoria de Justiça a dialogar e enfrentar o imenso desafio de adequar o município à Política Nacional de Resíduos Sólidos, sob pena de mais multas e penalidades.
Para resolver em definitivo o problema do fechamento do lixão em Coxim, em 27 de novembro de 2017, o prefeito Aluizio São José firmou um acordo judicial com o Ministério Público de Mato Grosso do Sul, implantando o Plano Municipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Com o acordo, as ações judiciais e as multas aplicadas ao município foram suspensas.
O documento determina uma série de ações e procedimentos técnicos e administrativos que envolvem melhorias no processo de coleta, transporte, disposição e destinação ambientalmente correta dos resíduos sólidos gerados por cidadãos em suas residências, locais de trabalho, instituições, indústrias e estabelecimentos em geral.
Uma condição para que o Plano seja posto em prática é a reformulação da Taxa de Coleta, Transporte, Tratamento e Destinação Final de Resíduos Sólidos (TRS), conhecida como Taxa do Lixo.
A Taxa do Lixo continua sendo cobrada na fatura de água e irá para o Fundo Municipal dos Resíduos Sólidos, administrado pela Prefeitura e fiscalizado pelo Ministério Público.
Com esses recursos, a Prefeitura de Coxim deverá:
- Controlar o acesso ao lixão e o despejo de materiais gradativamente, até o seu fechamento definitivo em 1º de janeiro de 2020;
- Implantar a coleta seletiva na cidade;
- Adquirir novos caminhões de coleta;
- Organizar os catadores de recicláveis em uma associação e proporcionar condições dignas de trabalho;
- Construir uma unidade de separação de resíduos (UTR) onde os catadores irão trabalhar;
- Construir uma unidade de transbordo e de compostagem;
- Transportar o lixo para um aterro sanitário em outra cidade.
Dessa forma, a Prefeitura espera resolver um problema que se arrasta há 20 anos. Para isso, precisa contar com o apoio da população para a cidade seja mais limpa e organizada, com melhor qualidade de vida, garantindo às gerações futuras seu direito a um ambiente protegido e preservado .
Mais informações podem ser obtidas na Gerência de Receita e Tributos do Município, em novo endereço, na rua Filinto Muller, número 1020, no centro de Coxim, em dias úteis, das 8h às 11h e das 13h às 16h.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS