quinta, 04 de junho, 2026
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Foi assinado ontem (21), o convênio de cooperação entre Prefeitura Municipal de Coxim e Agepen – Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário, que possibilita a prestação de serviços de trabalhadores reeducandos e egressos em regime semiaberto, fechado ou condicional.
O Convênio se concretizou após tratativas entre a Prefeitura, Poder Judiciário, Agepen e Câmara Municipal de Coxim.
O prefeito Edilson Magro comemorou lembrando a sua luta para realização desse convênio: “batalha que encampei desde quando fui vice-prefeito entre 2013 e 2016, em 2020 foi minha proposta de campanha, ao assumir, desde o primeiro dia trabalhamos nisso, hoje realidade, convênio assinado”. Publicou o prefeito em sua rede social.
Em sua fala durante a cerimônia o prefeito disse ser um sonho realizado e que mesmo fora da política não desistiu sempre estando conversando com as autoridades do Poder Judiciário e do Estabelecimento Penal. O prefeito agradeceu a equipe jurídica da prefeitura e destacou ainda as parcerias que vem realizando com instituições para administrar o município. O primeiro trabalho a ser realizado pelos reeducandos, segundo o prefeito, é a reforma do antigo Fórum de Coxim para poder abrigar a prefeitura e algumas secretarias do município.
A Juíza da Vara de Execução Penal, Dra. Tatiana Dias de Oliveira Said, disse que foi tentado pôr em prática o projeto desde 2013, porém sem sucesso. Entretanto, mesmo que sem apoio da prefeitura na época, reeducados realizaram ainda diversas obras em Coxim, como a construção e reforma do IMOL – Instituto Médico Legal, reforma do prédio da Delegacia de Polícia Civil, construção do canil do 5º Batalhão de Polícia Miliar, ampliação do Estabelecimento Prisional de Coxim, gerando uma economia de 60% para o Estado, dentre outras obras.
Por fim, ela agradeceu o prefeito Edilson Magro, que mesmo a dificuldade encontrada, principalmente nesse período de pandemia, colocou-se à disposição para discutir e viabilidade do convênio. A Juíza destacou ainda que continua acreditando no trabalho dos reeducandos, sem perder a fé e a esperança que pessoas possam se redimir, para isso é preciso dar oportunidades a eles.
O Projeto de Lei 07/2021, que resultou no convênio, foi apresentado pelos vereadores Abílio Vaneli e Marly Nogueira, sendo então aprovado pela Casa de Leis.
O Convênio celebrado estabelece inicialmente a contratação de vinte reeducandos para a prestação de serviços para a Administração Pública Municipal, com a limpeza e manutenção de vias públicas e das áreas externas dos prédios dos órgãos integrantes da administração pública, compreende serviços na condição braçal, de eletricista, pedreiros, encanadores, jardineiros, entre outros. Cada reeducando receberá um salário mínimo e o município não terá vínculo empregatício com os mesmos.
Estiveram presentes na solenidade de assinatura do Convênio, o Diretor-presidente da Agepen Aud de Oliveira Chaves, o Deputado Estadual, o deputado estadual Carlos Alberto David dos Santos (Coronel Davi), o promotor de justiça Victor Leonardo de Miranda Taveira, diretor do Estabelecimento Penal Masculino de Coxim Edilson Ferreira, delegado Felipe de Oliveira Paiva, o defensor público Daniel De. Oliveira Falleiros Calemes, o presidente da OAB – MS Mansour Elias Karmouche, o procurador do Estado Juscelino Oliveira da Rocha, autoridades eclesiásticas Bispo da Diocese de Coxim Dom Antôniono Migliori e o Pastor Evandro Jacobsen. Vereadores, demais autoridades e representantes de entidades e instituições do município de Coxim.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS