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Prédio histórico, Casa do Artesão é reinaugurada após restauração emblemática do Governo de MS

Projeto do engenheiro Camilo Boni, o prédio localizado no coração de Campo Grande, na esquina da avenida Afonso Pena com a Calógeras foi totalmente restaurado e entregue em uma grande festa, neste domingo (19), pelo Governo do Estado.

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20 de março de 2023

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Paulo Fernandes e Karina Vilas Boas, Comunicação do Governo de MS

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Projeto do engenheiro Camilo Boni, o prédio localizado no coração de Campo Grande, na esquina da avenida Afonso Pena com a Calógeras foi totalmente restaurado e entregue em uma grande festa, neste domingo (19), pelo Governo do Estado. 

Construído entre 1918 e 1923, o local foi a primeira sede do Banco do Brasil, tendo até hoje o cofre como uma das atrações, mas desde 1º de setembro de 1975 abriga a Casa do Artesão. E em 1994, a edificação foi tombada como patrimônio histórico estadual. 

No espaço, 800 artesãos expõem 3 mil produtos para comercialização. São peças de arte popular, artesanato (inclusive indígena) e produtos alimentícios típicos. Os expositores são pessoas como Jana Clara Arguello, que é designer pós-graduada em design artesanal e classificou a restauração como “maravilhosa”. 

“Essa Casa é uma conquista porque a gente a vida inteira quis que ela fosse reestruturada do jeito que está, moderna, colocando nosso artesanato em um patamar que o Brasil inteiro conhece, mas que Campo Grande não conhecia e agora vai conhecer com a Casa do Artesão”, afirmou.

Para o governador Eduardo Riedel, a restauração do prédio fortalece a economia criativa, preserva e divulga a cultura e o turismo e a história de Mato Grosso do Sul. “É um prédio tombado há 48 anos, quase 50. Mais do que isso, é um espaço arquitetônico que remete a nossa história e um espaço da economia criativa. Mais de 800 artesãos expõem aqui, então, demonstra um pouco a força da economia criativa, da nossa arte, da nossa cultura. É uma alegria reinaugurar a Casa do Artesão depois de quase 100 anos”, destacou. Ele inaugurou a restauração ao lado da primeira-dama, Mônica Riedel.

O investimento foi de R$ 2,5 milhões de recursos do Governo do Estado. A unidade passou por restauração completa, desde instalações elétricas e hidrosanitárias, a elementos arquitetônicos, banheiros, esquadrias e pintura.

O secretário de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania (Setescc), Marcelo Miranda, destacou a relação do local com a criação e o desenvolvimento do Estado de Mato Grosso do Sul. “Este é um prédio histórico que tem um valor cultural muito grande em vários sentidos. Foi a primeira agência do Banco do Brasil do Estado, virou Casa do Artesão praticamente na criação de Mato Grosso do Sul, então, coincide com a nossa história, com a história sul-mato-grossense”, declarou.

Ele disse ainda que, cada vez que um turista visita e leva um artesanato, está multiplicando e difundindo a cultura sul-mato-grossense. As peças de muita qualidade e aqui acaba sendo também um atrativo turístico para que as pessoas venham conhecer e levem um pouco da nossa cultura”.

Para o diretor do Estúdio Sarasá Conservação e Restauração, Antonio Luís Ramos Sarasá Martin, responsável pela restauração, a entrega tem um significado especial. “A inspiração vem do próprio edifício. O edifício conta a sua história. Esse é o grande lance: que o próprio estúdio trabalha com essa filosofia do aprendizado. Então, nós vamos buscar esses elementos materiais, saberes e fazeres e aplicar essas técnicas, só que essas técnicas são encantadas, então ficou muito mágico ver que as paredes transpiram, que a argamassa era necessária nessa transpiração. Então, é um encanto e a gente trouxe essa magia um pouco para cá. Estamos entregando muito mais do que casa, estamos entregando também alma dos artistas e poetas para cá”.

Já o secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Pedro Caravina, lembrou que a restauração da Casa do Artesão teve início quando Eduardo Riedel ainda era secretário de Infraestrutura. “Para mim é uma emoção mais do que especial, porque esse processo de restauração iniciou quando a gente estava na Secretaria de Infraestrutura. O nosso hoje governador era o secretário de Infraestrutura, eu era o adjunto, e foi dentro do programa de restauração de vários prédios importantes, vários locais importantes que contam a história da cultura sul-mato-grossense, um deles era a Casa do Artesão”.

A secretária-adjunta da Setescc, VIviane Luiza da Silva, lembrou que “a Casa do Artesão é referência para todos os artistas de Mato Grosso do Sul”. “Fomentar a economia do artesão é entregar um pouco da nossa história para cada uma das pessoas que vem visitar Mato Grosso do Sul, sem contar que aqui tem mais obras, diferentes artes, aqui, indigena, pantaneiro, ribeiros, quilombos, todas as artes que compõem as nossas origens sul-mato-grossenses”, declarou.

E o diretor-presidente da Fundação de Cultura de MS, Max Freitas, também falou da importância da restauração. “Esta obra é um marco da retomada das ações de restauração do governo e também um retorno do comércio de artesanato, de exposições e da reabertura à população de um prédio histórico da nossa capital”.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS