quarta, 03 de junho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

Geral

A+ A-

Por unanimidade, vereadores aprovam projeto que prevê reajuste do piso salarial dos professores

Icone Calendário

14 de julho de 2021

Icone Autor

Assessoria - CMC

Continue Lendo...

Os vereadores de Coxim aprovaram na Sessão Ordinária desta terça-feira (13/07), por unanimidade, o Projeto de Lei n° 006/2021 de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre o reajuste do piso salarial do Grupo Magistério do Município de Coxim.

A proposta, que visa a aplicação do reajuste do piso salarial dos profissionais da rede pública da educação de 12,84% aprovado em julho de 2020, será pago em 12 parcelas, começando em outubro deste ano, com retroativo à 01/01/2020. A lei prevê ainda, o pagamento da equiparação dos professores aposentados em uma única parcela, ou em menos parcelas que os professores ativos, tudo em conformidade com o IMPC (Instituto Municipal de Previdência dos Servidores de Coxim).

“Fico muito feliz pois é um projeto que vai beneficiar aquelas pessoas que, depois de nossos pais, são os que dão segmento e mostram os caminhos para o cidadão. Os 12,84% vão fazer uma diferença enorme no orçamento dessas pessoas que estão contando com esse recurso. E sem a vontade da gestão atual não seria colocada em votação hoje nesta Casa de Leis”, disse o primeiro secretário, Ademir Peteca (Solidariedade).

O ajuste salarial foi possível após muitas reuniões e debates entre poderes executivo e legislativo, e SINSMC (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Coxim). O anúncio chegou a ser feito pelo prefeito Edilson Magro, porém devido a uma recomendação do TCE (Tribunal de Contas do Estado de MS) e do MPMS (Ministério Público de MS) de que prefeitos não deveriam conceder ajustes salariais no período da pandemia, atrasou a decisão.

“É importante a gente fazer esse reconhecimento para a categoria, é uma conquista. Existe uma lei federal e uma lei municipal que determina a implantação do piso. Mas sem a vontade política não aconteceria. Então devemos reconhecer a atuação incisiva do prefeito municipal Edilson Magro, o reconhecimento ao Sindicato Municipal pelo empenho e dedicação e a secretária de Educação, Márcia Gonzales, que não mediu esforços para trazer ao projeto de lei todos os indicativos, números e pareceres que deram suporte para que esta Casa pudesse estar hoje votando este projeto”, disse Meira.

Representante da classe dos professores na bancada dos vereadores, Marly Nogueira (PT) exaltou a conquista.

“A vida de professor nunca foi fácil. Eu que sou professora sei muito bem disso. A gente sofre no dia a dia, mas sempre estamos lutando. E essa aprovação é uma luta que estamos obtendo êxito. Por isso, direciono minha fala ao prefeito, que mesmo com toda recomendação do Tribunal de Contas e Ministério Público encarou essa luta, juntamente com os vereadores”, completou Marly.

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

Continue Lendo...

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

Continue Lendo...

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS