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População está insatisfeita com empresa de energia e normativa imposta pela ANEEL

Mudança de padrão tem gerado transtornos para população de Coxim

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7 de agosto de 2014

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Redação

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Atualmente quando se pede a ligação de luz em qualquer cidade do país ou se acaso alguém fez alguma mudança na parte elétrica da casa vai ter que ter um gasto extra, pois a normativa da Agencia Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) exige que o consumidor troque o padrão, deixando-o acessível para os técnicos fazerem a medição.
Esta mudança tem gerado transtornos na população de Coxim, pois as adequações exigem uma pequena obra, pois em alguns casos são até trocados de lugar ou embutidos no muro pelo lado externo. Segundo denúncias, os técnicos da empresa de energia que fazem a ligação da energia, e fazem vistorias nos imóveis, cobram o cumprimento das exigências da normativa e comumente encontram problemas que geram custos para os consumidores. É fiação, poste, instalação entre muitos argumentos para decretar irregularidades. 
O gerente da empresa de energia em Coxim foi procurado, mas os atendentes são intransigentes e se limitam a informar apenas que a normativa deve ser seguida e não há argumentação quanto a isso. Um denunciante que preferiu não se identificar disse que com a empresa não há diálogo e que conhece um morador em que no seu relógio foram pedidas duas adequações em apenas um ano.      
Existem idosos e doentes que se acaso necessitarem de energia e não tiverem condições de fazer as adequações imediatas correm o riso de ficarem sem luz até adequação. Porém não estariam na Constituição os direitos do cidadão? Será que a normativa e as medidas desta empresa de energia estão acima da lei? 
Outro denunciante informou que ao estabelecer as mudanças necessárias um eletricista que é terceirizado da empresa de energia indicou até a loja para que a pessoa comprasse os fios para a adequação e disse que faria o serviço e ainda se dispunha a fazer a compra dos materiais em tal loja. Em fim, diante do fato, denunciante suspeita certa cumplicidade de lojas e eletricista neste esquema de adequação. 
Adulteração de relógios - Outros moradores também estão revoltados com a empresa, devido ao fato de terem sido sentenciados com relógios adulterados. Certo denunciante, por exemplo, pediu vistoria nos seu relógio devido consumo elevado de energia detectado pelo medidor. Ao receber a visita os técnicos eletricistas, o informaram que encontraram espécie de “gato” na ligação elétrica. Mas como alguém iria chamar tais técnicos para vistorias se tinham cometido este crime? Seria dar um tiro no pé. 
Essa adulteração de relógio está sendo constantemente “identificada” pela empresa, e os consumidores não têm a chance de se defender, pois quando recebem a notificação, já recebem também multa, e o diagnóstico de adulteração sem abertura para contestação. 
Conforme denunciante que tem conhecimento no assunto, cerca de 90% dos padrões das casas de Coxim estão condenadas, e grande parte da população está “com os relógios adulterados”. Mas ele questiona: Será que estes eletricistas são devidamente formados para realizarem esta avaliação? Enfim, o Diário do Estado está acompanhando essa situação e chama atenção das autoridades para o assunto. Sendo assim está acompanhando as denúncias e o resultado dessas cobranças e vistorias. 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS