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Polícias de Mato Grosso do Sul apreenderam quase 530 toneladas de drogas de janeiro a agosto

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9 de setembro de 2021

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Joelma Belchior, Sejusp

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Entre os meses de janeiro e agosto deste ano, as polícias de Mato Grosso do Sul já tiraram de circulação 529,7 toneladas de drogas. Um aumento de 5% nas apreensões feitas no Estado, em comparação com o mesmo período de 2020, quando foram interceptadas no estado 505,7 toneladas de entorpecentes.

As maiores apreensões foram realizadas no interior do Estado, na região de fronteira, onde as forças de segurança estaduais tiraram de circulação 495,7 toneladas de drogas. Em Campo Grande foram apreendidas nos últimos 8 meses, 33,9 toneladas de entorpecentes.

Enquanto no interior houve aumento de 7% nas apreensões de drogas, na Capital foi registrada uma queda de -23% nas apreensões. Para o titular da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), delegado Gustavo Ferraris, a redução das apreensões em Campo Grande se deve principalmente ao aumento do policiamento na região de fronteira.

“Esse decréscimo em Campo Grande é por conta das grandes apreensões que estão sendo realizadas na fronteira do Estado com o Paraguai e a Bolívia. Observamos que a Defron aumentou substancialmente o número de apreensões. Então, as grandes apreensões que aconteceram ano passado aqui em Campo Grande, com o aumento do policiamento na região de fronteira, com a Operação Hórus, esse ano a droga está “caindo” antes de chegar aqui”, explica.

Líder de apreensões

Dos estados brasileiros, Mato Grosso do Sul é o que mais apreende entorpecentes, aumentando a cada ano o percentual de drogas que são interceptadas por aqui, antes de chegarem no destino final, que são os grandes centros como Rio de Janeiro e São Paulo e até mesmo outros países.

 

“Mato Grosso do Sul colabora não só com a sua população, mas também com a de outros estados e países, que seriam destino de todo o produto ilícito apreendido”, afirma o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira.

Para o diretor do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), coronel Wagner Ferreira da Silva, com o objetivo de evitar as interceptações das cargas de entorpecentes e prejuízos, os criminosos têm se movimentado para alterar as rotas e os métodos para tentar introduzir drogas no Brasil. “Mas a política estadual de enfrentamento às organizações criminosas, com investimentos em inteligência, com foco na integração dos órgãos e na maciça presença policial na fronteira, vem servindo como forte barreira ao tráfico”, frisa.

“Com o aumento do policiamento nas rotas do crime transfronteiriço, como o que vemos na Operação Hórus, e a credibilidade dos órgãos de segurança perante a sociedade, fazem com que tenhamos crescimento constante das apreensões de drogas no Estado”, acredita o comandante do Batalhão da Polícia Militar Rodoviária, coronel Wilmar Fernandes.

Tipos de drogas

Das drogas tiradas de circulação pelas polícias estaduais, a maioria (516,5 toneladas), é de maconha. Em segundo lugar no número de apreensões aparecem as drogas sintéticas como LSD, ecstasy, GHB, entre outras, com 5,2 toneladas apreendidas, seguidos de cocaína, com 3,4 toneladas e crack, com 3,1 toneladas.

Das 125.413 ocorrências policiais registradas em Mato Grosso do Sul de janeiro a agosto deste ano, 3.124 foram por tráfico de drogas, sendo 2.342 delas no interior. O aumento é de 2% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando a soma das ocorrências de tráfico de drogas foi de 3.068.

 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS