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Policial penal é preso suspeito de guardar drogas para detentos dentro de armário no presídio

Foram apreendidos maconha, haxixe, ecstasy, maconha sintética, LSD, cocaína e celulares. Segundo a PM, alguns pacotes estavam endereçados a pavilhões, com o apelido de presos.

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14 de junho de 2021

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G1 Minas — Belo Horizonte

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Um policial penal foi preso preventivamente suspeito de guardar drogas no armário de trabalho na Unidade Prisional Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na manhã desta quinta-feira (10).

De acordo com a Polícia Militar (PM), foram apreendidos no armário pessoal e no veículo de Luan Carlos Ribeiro do Prado, de 30 anos, porções de maconha, buchas de haxixe, comprimidos de ecstasy, papéis quadriculados brancos de maconha sintética, papéis quadriculados coloridos de LSD, porções de cocaína, celulares e acessórios.

A PM informou que alguns pacotes estavam endereçados a pavilhões, com o apelido de presos. Toda droga foi recolhida e o suspeito, encaminhado para uma Delegacia de Polícia Civil.

Mais tarde, ele foi preso na Nelson Hungria, em Contagem.

O que diz a Sejusp

O G1 entrou em contato com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp-MG), que disse que "acompanha o caso e tomará as providências cabíveis após a conclusão das investigações, que seguem com a Polícia Civil" e deu mais detalhes da ocorrência.

A pasta também disse que a Corregedoria vai abrir um procedimento disciplinar contra o servidor. "A pasta esclarece, ainda, que não compactua com quaisquer desvios de conduta dos seus servidores e tem o compromisso de conduzir com prioridade e celeridade a apuração de ocorrências envolvendo ilícitos, nos termos da lei".

Leia a resposta na íntegra:

"A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG), informa que o policial penal Luan Carlos Ribeiro do Prado, 30 anos, lotado no Presídio de Ribeirão das Neves I (Antônio Dutra Ladeira), foi preso preventivamente na manhã desta sexta-feira (11/6) por suposto tráfico ilícito de drogas. Ele foi encaminhado para a Penitenciária de Contagem I (Nelson Hungria) após ser ouvido pela Polícia Civil.

No armário pessoal – que fica dentro da unidade prisional - e no veículo do servidor foram encontrados ilícitos, como celulares e drogas. Alguns dos pacotes continham endereçamento, com os possíveis apelidos de custodiados. Todos os procedimentos realizados após o flagrante no presídio obedeceram aos princípios legais, na presença de testemunhas e do advogado do suspeito.

A Sejusp acompanha o caso e tomará as providências cabíveis após a conclusão das investigações, que seguem com a Polícia Civil. Um procedimento disciplinar será aberto pela Corregedoria a fim de apurar administrativamente o ocorrido. A pasta esclarece, ainda, que não compactua com quaisquer desvios de conduta dos seus servidores e tem o compromisso de conduzir com prioridade e celeridade a apuração de ocorrências envolvendo ilícitos, nos termos da lei."

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS