quinta, 04 de junho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

POLÊMICA

A+ A-

Polêmica em voo do Rio a BH tem pedido de desculpas, mas vai parar na Justiça

Icone Calendário

9 de dezembro de 2024

Icone Autor

Flavia Cirino

Continue Lendo...

Nos últimos dias, só se falou no incidente ocorrido em um voo da Gol, que saiu do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, com destino a Confins, em Belo Horizonte. A grande repercussão da polêmica, através de um vídeo gravado por uma passageira, mostra Jeniffer Castro recusando-se a ceder seu assento na janela a uma criança, o que gerou críticas e debates intensos.

O caso ganhou espaço no “Fantástico”, na noite de domingo, 8 de dezembro, destacando depoimentos de todos os envolvidos.

O que Jennifer Castro fez para causar a polêmica

Aline Rizzo, mãe da criança de quatro anos, embarcava com sua família, incluindo um filho cadeirante e outros dois menores. Enquanto acomodava o filho com deficiência, o outro menino sentou-se ao lado da avó no assento de Jeniffer. Segundo a passageira, ela abordou a situação educadamente ao solicitar o lugar que havia comprado.

“Esse é meu assento”, explicou Jeniffer. A criança, relutante, acabou sentando no outro lado, mas chorava dizendo que queria voltar para perto da avó.

A situação chamou a atenção de outros passageiros, incluindo Eluciana Cardoso, que tentou mediar o conflito. “Perguntei com educação se ela não tinha compaixão pela situação”, relatou Eluciana.

Vídeo, repercussão e desdobramentos jurídicos

Após a recusa de JenifferEluciana decidiu registrar a cena com seu celular. A madrinha da criança, Poliane, afirmou que a gravação estava acompanhada pela frase: “Agora eu vou deixar ela famosinha.”

O vídeo chegou às mãos da filha de Eluciana, que publicou o conteúdo, resultando em milhões de visualizações.

Mesmo com tentativas de ocultar o rosto de Jeniffer, ela foi amplamente identificada, gerando reações negativas e ataques nas redes sociais.

Com a viralização, Jeniffer, até então anônima, ganhou mais de 2 milhões de seguidores. Por outro lado, Aline acabou erroneamente associada à gravação e sofreu críticas e ameaças. “Não filmei nada, mas estou sendo atacada junto com minha família”, desabafou.

A Gol Linhas Aéreas, responsável pelo voo, informou que a tripulação não foi acionada e que trocas de assento são permitidas apenas em casos específicos.

O caso agora terá a intervenção da Justiça. A advogada de Jeniffer anunciou que tomará medidas legais contra os responsáveis pelo vídeo, alegando crimes de difamação e injúria. Enquanto isso, Eluciana lamenta: “Peço desculpas a todos os envolvidos. Poderia ter evitado essa situação”.

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

Continue Lendo...

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

Continue Lendo...

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS