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Geral
Desde o início de outubro, Policiais Militares Ambientais de Costa Rica, depois de receberem denúncia e constatar maus tratos a bovinos em uma fazenda no município de Figueirão, vinham monitorando, juntamente com a Agência Sanitária Animal e Vegetal (IAGRO) a situação dos animais.
12 de novembro de 2021
AssCom PMA/PMMS- Ten. Cel. Ednilson Paulino Queiroz
Desde o início de outubro, Policiais Militares Ambientais de Costa Rica, depois de receberem denúncia e constatar maus tratos a bovinos em uma fazenda no município de Figueirão, vinham monitorando, juntamente com a Agência Sanitária Animal e Vegetal (IAGRO) a situação dos animais.
No local estava ocorrendo morte de bovinos, pois os animais estavam passando fome por falta de pastagem, não havia vegetação de gramínea no solo, a pastagem estava degradada, havendo praticamente somente ervas daninhas e o proprietário não dava outra opção de alimento.
Na primeira vistoria, os policiais verificaram 12 animais mortos, de um total de 159 bovinos e deram um prazo para que o proprietário solucionasse a situação em 30 dias, porém, ele foi informado que já seria autuado pela situação de maus tratos encontrada e que a multa seria ampliada caso as demais cabeças de gado continuassem sem alimentação adequada.
Na quinta-feira (11), a PMA e a IAGRO estiveram no local e o proprietário dos animais não cumpriu a notificação e todo o gado existente estava desnutrido e mais 8 (oito) animais haviam morrido.
Então, o infrator, 61anos, residente em Campo Grande, foi autuado administrativamente e foi multado em R$ 79.000,00 por maus tratos às 159 cabeças de gado, contado os 20 animais detectados em óbito nas duas vistorias.
O autuado também responderá por crime ambiental de maus-tratos, com pena de três meses a um ano de detenção.
A Agência Sanitária Animal de Vegetal (IAGRO) irá entrar com ação judicial e solicitar o perdimento e remoção do rebanho restante, pois o imóvel não apresenta condições da realização da atividade de pecuária. Este é o terceiro caso que a PMA de Costa Rica encontra e autua este ano na região.
No dia 24 de janeiro um pecuarista, 64 anos, residente em Chapadão do Sul, foi autuado administrativamente e foi multado em R$ 8.000,00 por maus tratos aos animais devido a morte de 14 animais bovinos sem alimento e dois que não mais se levantavam, em sua propriedade no município de sua residência.
Pelo mesmo motivo, no dia 21 de setembro, um paulista, 43 anos, residente em Fernandópolis (SP), foi autuado administrativamente e foi multado em R$ 12.000,00, devido a 8 (oito) animais bovinos mortos por falta de alimentos e alguns que não mais se levantavam em sua fazenda em Figueirão.
Na data haviam 337 animais, que depois de notificado o proprietário os tirou da situação de penúria.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS