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PM é preso suspeito de tentar estuprar menino após envio de mensagens com convite para motel

Ocorrência diz que pai do adolescente de 12 anos soube do assédio, marcou encontro com suspeito se passando pelo filho e acionou a Polícia Civil. O militar foi afastado de suas funções.

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3 de agosto de 2021

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Guilherme Rodrigues e Romero Rezende, G1 GO e TV Anhanguera

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Um policial militar de 59 anos foi preso suspeito de tentar estuprar um adolescente de 12 anos em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. De acordo com a Polícia Civil, os dois se conheceram em um clube da cidade e o militar chegou a fazer convites para motel.

O G1 não conseguiu localizar a defesa do suspeito para que se posicionasse até a última atualização desta reportagem. A Polícia Militar informou que ele foi afastado das atividades.

Conforme a ocorrência, o adolescente estava com o primo de 18 anos no clube. O jovem percebeu o comportamento do suspeito, que tentava se aproximar do menino, conforme a polícia.

Na saída, o policial abordou o primo do adolescente no vestiário e, conforme registro policial, disse que queria ficar com ele no banheiro. Ainda de acordo com a ocorrência, o jovem pegou o telefone do militar “com o intuito de saber qual era a intenção dele” com o menino.

Após isso, os dois passaram a trocar mensagens por meio de um aplicativo. Prints mostram que o suspeito dizia que levaria o primo e o adolescente ao motel e que eles iriam “gostar”. Ele chegou a pedir foto ao jovem junto com a vítima e questionava se o adolescente também toparia ir ao motel.

“Já foram ao motel alguma vez? Vocês vão gostar”, escreveu o PM.

Conversa entre o PM e o primo da vítima mostra quando suspeito os chamam para irem a motel, em Rio Verde, Goiás.Foto: Reprodução/Polícia Civil

Pai se passa por filho

O suspeito foi preso na noite de domingo (1º), em um posto de combustíveis da cidade. Os pais fizeram a denúncia após ficarem sabendo das mensagens, conforme a Polícia Civil.

Consta na ocorrência que o pai do menino pegou o contato do PM e começou a conversar com ele se passando pelo filho, marcando o encontro.

Na conversa, achando que estava falando com o adolescente, o PM o chama de “guri bonito”, questiona onde ele mora e se estava sozinho, e que queria sair a sós com ele. Depois, ele ainda pede para que apagasse as mensagens, conforme boletim de ocorrências.

PM conversa com pai do adolescente achando que era o menino, em Rio Verde — Foto: Reprodução/Polícia Civil

Conforme a ocorrência, o militar chegou ao local do encontrou e enviou uma mensagem dizendo onde exatamente estava e qual o veículo, momento em que o pai do adolescente o encontrou e o imobilizou até a chegada da Polícia Civil.

O suspeito foi preso em flagrante e teve o celular apreendido pela Polícia Civil, que informou que ele pode responder por tentativa de estupro de vulnerável e por importunação sexual.

Assédio anterior

A mãe do adolescente disse à polícia que o militar já havia tentado contato com o filho dela antes, em maio deste ano, após eles se encontrarem em um clube da cidade. Consta na ocorrência policial que o PM se aproximou do menino dentro de uma piscina e teria passado a mão nas partes íntimas dele.

A mãe do adolescente disse ainda que estava no clube e achou estranho o comportamento do suspeito, chamando seu filho para fora da água. Após o episódio, o menino contou a ela o que havia acontecido no local.

A mãe do garoto, no entanto, não contou em depoimento se havia registrado anteriormente esse suposto contato do policial com o filho dela. O G1 tenta contato com a Polícia Civil para saber que há outros registros contra o policial.

Após detido, o PM foi encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar e seguia preso até a tarde de segunda-feira (2) no Presídio Militar de Goiânia.

Em nota, A Polícia Militar de Goiás disse ainda que abriu um Procedimento Administrativo Disciplinar para apurar os fatos e que não compactua com qualquer desvio de conduta praticado por seus membros e que o "caso será apurado com o rigor devido".

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS