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Geral
As ações e projetos realizados em Mato Grosso do Sul para obter o reconhecimento de “Estado Carbono Neutro” até 2030 são referência em sustentabilidade em todo o Brasil. Com o trabalho desenvolvido até agora, o Governo do Estado reforça a meta e também apresenta dos resultados alcançados como modelo a ser seguido.
28 de junho de 2023
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
As ações e projetos realizados em Mato Grosso do Sul para obter o reconhecimento de “Estado Carbono Neutro” até 2030 são referência em sustentabilidade em todo o Brasil. Com o trabalho desenvolvido até agora, o Governo do Estado reforça a meta e também apresenta dos resultados alcançados como modelo a ser seguido.
A expertise estadual é apresentada pelo governador Eduardo Riedel nesta segunda-feira (26) na abertura da 3ª edição do 'Sustentabilidade Capixaba’, evento realizado em Vitória (ES). “Nós temos uma meta ousada de neutralizar nossas emissões em 2030. Mato Grosso do Sul é um estado que vem se aprimorando e buscando dentro da agenda do clima fazer o seu dever de casa, com educação e direcionamento das políticas públicas para uma economia de baixo carbono”.
O evento tem como anfitrião o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, e também a participação do governador do Pará, Helder Barbalho. “É uma pauta mundial, e este evento, ‘Sustentabilidade Capixaba’, busca colocar o Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e outros estados nesta pauta, para dar nossa contribuição, participar de todo debate nacional e internacional, ajudar o Governo Federal a alcançar as metas de redução das emissões e transição energética”, disse o gestor paraense.
A atuação estadual que garante práticas exitosas em diversas áreas da economia, com a participação pública e privada, também foi lembrada pelo governador Eduardo Riedel. “Temos três biomas que são o Pantanal, Mata Atlântica e Cerrado, uma agropecuária muito forte, uma industrialização muito forte, baseada nessa matriz de produção. Com isso vem toda a nossa responsabilidade e ações neste sentido, que envolve o setor público e o setor privado. Como incentivo fiscal do setor produtivo, lastreado em boas práticas de produção, agenda da biodiversidade. Juntos, estados que tem isso como prioridade, podem fazer a diferença para o Brasil”.
O secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Jaime Verruck, foi outro a falar da experiência de Mato Grosso do Sul. "Dentro do projeto da economia de baixo carbono em Mato Grosso do Sul, estamos desenvolvendo e adaptando tecnologias para a redução e mitigação das emissões de gases de efeito estufa em vários setores da economia do estado, contribuindo para atingir os objetivos do Programa Estadual de Mudanças Climáticas, o Proclima".
Dentre as ações estão combate ao Desmatamento Ilegal, ações de fiscalização do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de MS) e da PMA (Polícia Militar Ambiental), valorização dos ativos ambientais, análise dinamizada do CAR (Cadastro Ambiental Rural), estímulo a projetos de REDD+, PSA (Pagamento por Serviços Ambientais) e mercado de carbono. "No segmento de biogás o Estado incentiva por meio de programas, como o Leitão Vida e o MS Renovável a instalação de plantas de biogás e biometano, obtidos a partir de subprodutos origem animal e subprodutos origem vegetal", acrescenta o secretário.
Riedel, ao lado dos governadores Casagrande e Barbalho, participa do painel “Ações dos governos estaduais diante dos impactos das Mudanças Climáticas: O que está sendo feito e os próximos passos necessários”. “É uma alegria estar recebendo o governador Eduardo (Riedel) de Mato Grosso do Sul, que vem dar sua contribuição, pelo trabalho excelente que ele faz no seu estado. Temos um papel importante que é dos governos e também da sociedade, que não pode ficar fora do debate e tem que dar sua contribuição mudando cultura de consumo, comportamento e ajudando no trabalho de educação das novas gerações”, finalizou Casagrande.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal