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Piolho é problema que mães voltam a enfrentar após retorno de aulas presenciais

Incidência aumentou expressivamente nas escolas e nos consultórios, revela pediatra

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4 de maio de 2022

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Karine Alencar/campograndenews

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Assim como a correria diária, muita disciplina e lições de casa, a infestação de piolhos é uma luta que as mães estão tendo de enfrentar desde que as aulas retornaram na modalidade 100% presencial, tanto no ensino público, como no particular. 

Segundo o pediatra Neonatologista Pedro Amaral, a incidência de casos aumentou expressivamente nas escolas e nos consultórios, ocasionada não só pela convivência, como pelas condições climáticas do período.

"Essa é uma doença um tanto sazonal, temos condições de temperaturas que favorecem os bichos, como episódios de mais ventos, com isso a gente também tem uma disseminação maior do piolho", explica o médico, tendo em vista que os parasitas são levados pelo vento, consequentemente passando de uma cabeça para outra.

A infestação do bicho pode acontecer em qualquer idade, mas principalmente entre crianças de três a 10 anos. Por isso, o cuidado supervisionados às madeixas dos pequenos é extremamente indispensável. 

Além da limpeza com o pente-fino, o especialista recomenda o uso de vermífugos via oral para expelir e acabar com a presença dos insetos, desde o piolho até os ovos, (lêndeas) que eles deixam nos fios.

"Lembrando que é importante a criança tomar vitaminas, ter um calendário vacinal adequado aumentando essa resposta imunológica. Como piolho é um bicho, também são necessários os cuidados de higiene, principalmente em quem tem o cabelo comprido. A lavagem diária é muito importante, bem como os produtos adequados para a idade", afirma. 

A designer de sobrancelhas de 36 anos, que não terá identidade revelada pela reportagem, conta que o combate contra o inseto na cabecinha da filha de 6 anos, é uma luta recorrente que está mais intensa agora, três meses após a filha voltar a frequentar o ambiente escolar. 

"Ela chega com piolho direto, a gente sabe que é normal, mas é uma luta diária porque mesmo sendo recorrente temos que limpar e acabar com todos. Eu tenho que dar vermífugo e passo pente- fino de manhã e a noite. Sempre mando manipular um remédio também na farmácia, assim eu consigo deixar o cabelo dela limpo", revela.

Em uma escola da Capital, a diretora até chegou a mandar inúmeros recados no grupo de mães, chamando atenção para que o controle seja feito regularmente.

"Pessoal, passando aqui para lembrá-los que amanhã, sexta-feira não haverá aula. Conforme bilhete na semana passada e comunicado na frente da unidade, aproveitem esses dias para olharem as cabecinhas das crianças, estamos com várias crianças com muito piolho, eles provocam doenças", alertou. 

Os principais sintomas podem ser vistos quando as crianças coçam muito o couro cabeludo, principalmente na parte de trás da cabeça, podendo chegar ao pescoço e tronco.

 É importante observar também, se há pontos avermelhados como picadas de mosquitos na região mencionada. 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS