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Piloto que ia levar 300 quilos de cocaína fica em silêncio no interrogatório

André Acosta está preso em Fátima do Sul.

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12 de dezembro de 2022

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CGNews

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O piloto de avião André Acosta, de 34 anos, preso no último sábado (10) na pista do aeroclube de Fátima do Sul (a 239 km de Campo Grande), ficou em silêncio ao ser interrogado na Polícia Civil.

Informalmente, logo após ser detido, ele havia confessado que tinha sido contratado por R$ 80 mil para levar 300 quilos de cocaína da fronteira de Mato Grosso do Sul para São Paulo. Na delegacia, no entanto, acompanhado de dois advogados, ele ficou em silêncio.

O caso é investigado pelo Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco). A reportagem apurou que a aeronave prefixo PT-WKZ, de cor branca, está registrada em nome de uma moradora de Goiânia (GO), possivelmente “laranja” usada pela organização criminosa.

Natural de São Paulo, André Acosta voava a serviço de garimpeiros em Roraima. A princípio, a polícia não encontrou antecedentes criminais dele.

André voava no espaço aéreo de Mato Grosso do Sul quando foi interceptado por avião Super Tucano da Força Aérea Brasileira (FAB). Temendo ser abatido, o piloto pousou a aeronave na pista do Aeroclube Asas do MS, em Fátima do Sul.

Já a par do voo clandestino, o Dracco acionou a Polícia Militar e equipe da Força Tática foi até o aeroclube e encontrou o avião e o piloto. André Acosta disse aos policiais que havia decolado de Campo Grande com destino à fronteira. Ele não revelou se seria na fronteira com o Paraguai ou a Bolívia.

O piloto informou ainda que pousou em Fátima do Sul para reabastecimento e depois levantou voo com destino à fronteira, onde a cocaína seria carregada e depois levada para São Paulo.

Entretanto, avisado que teria sido flagrados por forças policiais e seria interceptado, ele decolou com urgência antes de a droga ser carregada e voltou para a pista do aeroclube, onde foi preso.

As licenças do piloto estavam vencidas há quatro anos e desde 2018 ele comandava aeronaves de maneira clandestina. André Acosta informou também que o avião interceptado em MS estava suspenso para operações, o que foi confirmado no sistema da Agência Nacional de Avião Civil (Anac).

Durante revista pessoal antes de o piloto entrar na carceragem da delegacia, os policiais encontraram em suas partes íntimas um pedaço de maconha que pesou 15 gramas.

Segundo o Dracco, a droga comprova a gravidade do atentado à segurança de voo pelo fato de o piloto comandar aeronaves irregulares, com licença vencida e ainda sob influência de entorpecentes.

O Dracco foi até Fátima do Sul e efetuou a apreensão da aeronave em razão das irregularidades, bem como fez a prisão em flagrante do piloto por associação ao tráfico e por ter praticado atentado à segurança de voo. Ainda foi lavrado termo circunstanciado de infração penal em razão do porte de drogas para consumo pessoal.

André Acosta segue preso na carceragem da Polícia Civil em Fátima do Sul. As investigações continuam.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS