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Pesquisa registrada para deputados estaduais em MS 2022

Na primeira pesquisa registrada para deputado (a) estadual em 2022 em Mato Grosso do Sul, o líder das intenções de voto é o presidente da Assembleia Legislativa (ALEMS), Paulo Corrêa.

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3 de março de 2022

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(Aline Kraeme- rankinpesquisa)

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Na primeira pesquisa registrada para deputado (a) estadual em 2022 em Mato Grosso do Sul, o líder das intenções de voto é o presidente da Assembleia Legislativa (ALEMS), Paulo Corrêa. Ele aparece com 2,10% no levantamento com três mil entrevistas. Em segundo lugar, Lucas de Lima(1,40% e em terceiro lugar, Neno Razuk 1,30%. Na sequência aparece; Márcio Fernandes 1,20% e Marçal Filho com 1,20, fechando o bloco estão João Henrique Catan e Barbosinha com 1%.
No segundo grupo estão; Gerson Claro 0,90%, Paulo Duarte 0,80%, Junior Mochi 0,70%, Pastor Mauro Ortiz 0,60%, Pedro Caravina 0,50%, Professor Rinaldo, Pedro Kemp, Amarildo Cruz, Fábio Bezerra e Marcos Tabosa todos com 0,40%.
Em outro bloco estão 10 nomes citados com 0,30%: Londres Machado, Capitão Contar, Felipe Orro, Zeca do PT, Mara Caseiro, Coronel David, Fabiano Reis, Joaquim Passos, João Cesar Mato Grosso e Dione Hashioka.   
Outros nomes aparecem na pesquisa, pontuados com 0,20%: Otávio Trad, Ian Leal, Silvio Pitu, Joel Silva, Antonio Vaz, Táta Marques, Cecília Motta, Renato Câmara e Evander Vendramini.
Foram lembrados com 0,10%: Jerson Domingos, Zé Teixeira, Jaber Cândido, Simone Xucra, Delegado Peró, Rafael Tavares, Cris Duarte, Adilson Rodrigues, Cemar Arnal, Lourdes Monteiro, Lucílio Nobre, Flávio Cabo Almi, Dennis Thomazini, André Lacerda e Herculano Borges. Não sabem, não responderam, votam em branco ou nulo e estão indecisos 75,65%.  

Dados da pesquisa
Foram entrevistados três mil eleitores acima de 16 anos em 30 municípios do Estado entre os dias 21 e 26 de fevereiro de 2022. O levantamento tem os registros no TSE com os números: MS-01590/2022 e BR-05274/2022. Para um intervalo de confiança de 95% e um tamanho de amostra de três mil entrevistas, a margem de erro máxima estimada foi de 1,8% para mais ou para menos. O Instituto Ranking Brasil é registrado no Conre 1 com o número: 8561.

Histórico 
da empresa
Em 2018, o Instituto Ranking Brasil foi a única empresa de pesquisa a acertar que haveria segundo turno em Mato Grosso do Sul, assim como os resultados para Governador e Presidente da República.
Em 2020, a empresa realizou pesquisas em 51 municípios de Mato Grosso do Sul, nos quais obteve o maior número de acertos, com destaque para a capital do Estado. Mais recentemente, “cravou” o resultado da eleição da OAB/MS em novembro de 2021. 
Confira o gráfico completo :www.rankingpesquisa.com.br.  (Aline Kraeme- rankinpesquisa)
 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS