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Pequenos negócios sustentam 68% dos empregos de agosto em MS

Em Dia da Micro e Pequena Empresa (MPE), celebrado nesta quarta-feira (5) de outubro, Sebrae/MS reforça importância do segmento para economia

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5 de outubro de 2022

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(Sebrae)

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Em mais um mês, as micro e pequenas empresas (MPE) seguem contribuindo para a sustentação de empregos em Mato Grosso do Sul. Em agosto, entre demissões e contratações, foram 4.439 vagas no estado e deste total, os pequenos negócios foram responsáveis por 68,5%, com 3.044 empregos. Os dados fazem parte de um levantamento feito pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).
O saldo de empregos no mês de agosto no estado considera ainda 1.121 postos de trabalho nas médias e grandes empresas (MGE) e 10 na administração pública. Segundo o estudo, no período, os setores que se destacaram entre os pequenos negócios para o saldo positivo foram Serviços (1.499 vagas); seguido por Comércio (669); Construção (459); Indústria de Transformação (280) e Agropecuária (101).
Já no saldo acumulado de janeiro a agosto de 2022, foram 38.967 postos de trabalho em Mato Grosso do Sul. Deste total, o resultado nas micro e pequenas empresas foi de 28.189 empregos. No mesmo período, o saldo nas médias e grandes empresas foi de 8.741 vagas, e, na administração pública, 215.
“Os pequenos negócios possuem uma dinâmica própria. Eles são, geralmente, os mais sensíveis à variação de mercado: são os primeiros a demitir, mas, também, os primeiros a recontratar quando a economia reaquece. Em mais um mês, vemos isso comprovado em números, o que evidencia a importância deste segmento para a sustentação de nossa economia”, analisa o diretor de operações do Sebrae/MS, Tito Estanqueiro.
Dia da MPE
Hoje, 5 de outubro é comemorado o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. Os dados quanto aos postos de trabalho mostram a importância dos pequenos negócios, que formam a base da economia brasileira, e, segundo o Sebrae Nacional, representam 98% do universo empresarial do país. O segmento também é responsável por 52% dos empregos gerados no Brasil e por 40% da massa salarial.
A data evidencia ainda a valorização de políticas públicas voltadas a este setor, a exemplo da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, também conhecida como Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Ela foi criada pela Lei Complementar nº 123/2006 para regulamentar o tratamento favorecido, simplificado e diferenciado aos pequenos negócios.
O objetivo da legislação é fomentar o desenvolvimento e a competitividade da micro e pequena empresa e do microempreendedor individual (MEI), como estratégia de geração de emprego, distribuição de renda, inclusão social, redução da informalidade e fortalecimento da economia.
Os benefícios criados pela Lei Geral, a exceção do tratamento tributário diferenciado, aplicam-se também ao produtor rural pessoa física e ao agricultor familiar. “O Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa busca comemorar essa conquista, sensibilizando a população da importância dos pequenos negócios para a economia”, finaliza Estanqueiro.
(Sebrae)
Em mais um mês, as micro e pequenas empresas (MPE) seguem contribuindo para a sustentação de empregos em Mato Grosso do Sul. Em agosto, entre demissões e contratações, foram 4.439 vagas no estado e deste total, os pequenos negócios foram responsáveis por 68,5%, com 3.044 empregos. Os dados fazem parte de um levantamento feito pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).
O saldo de empregos no mês de agosto no estado considera ainda 1.121 postos de trabalho nas médias e grandes empresas (MGE) e 10 na administração pública. Segundo o estudo, no período, os setores que se destacaram entre os pequenos negócios para o saldo positivo foram Serviços (1.499 vagas); seguido por Comércio (669); Construção (459); Indústria de Transformação (280) e Agropecuária (101).
Já no saldo acumulado de janeiro a agosto de 2022, foram 38.967 postos de trabalho em Mato Grosso do Sul. Deste total, o resultado nas micro e pequenas empresas foi de 28.189 empregos. No mesmo período, o saldo nas médias e grandes empresas foi de 8.741 vagas, e, na administração pública, 215.
“Os pequenos negócios possuem uma dinâmica própria. Eles são, geralmente, os mais sensíveis à variação de mercado: são os primeiros a demitir, mas, também, os primeiros a recontratar quando a economia reaquece. Em mais um mês, vemos isso comprovado em números, o que evidencia a importância deste segmento para a sustentação de nossa economia”, analisa o diretor de operações do Sebrae/MS, Tito Estanqueiro.
Dia da MPE
Hoje, 5 de outubro é comemorado o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. Os dados quanto aos postos de trabalho mostram a importância dos pequenos negócios, que formam a base da economia brasileira, e, segundo o Sebrae Nacional, representam 98% do universo empresarial do país. O segmento também é responsável por 52% dos empregos gerados no Brasil e por 40% da massa salarial.
A data evidencia ainda a valorização de políticas públicas voltadas a este setor, a exemplo da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, também conhecida como Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Ela foi criada pela Lei Complementar nº 123/2006 para regulamentar o tratamento favorecido, simplificado e diferenciado aos pequenos negócios.
O objetivo da legislação é fomentar o desenvolvimento e a competitividade da micro e pequena empresa e do microempreendedor individual (MEI), como estratégia de geração de emprego, distribuição de renda, inclusão social, redução da informalidade e fortalecimento da economia.
Os benefícios criados pela Lei Geral, a exceção do tratamento tributário diferenciado, aplicam-se também ao produtor rural pessoa física e ao agricultor familiar. “O Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa busca comemorar essa conquista, sensibilizando a população da importância dos pequenos negócios para a economia”, finaliza Estanqueiro.
 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS