quinta, 04 de junho, 2026
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Prefeitura de Coxim informa à população que está atenta à situação do Pé de Cedro, árvore símbolo da cidade, que recentemente queda de folhas. Reconhecendo a importância cultural, histórica e ambiental do Pé de Cedro, a administração municipal está tomando medidas para garantir a saúde e a preservação da árvore.
Recentemente, a queda de suas folhas suscitou preocupações entre os moradores, temendo que a árvore, tão entrelaçada com a identidade da cidade, pudesse ter morrido.
Há cerca de um ano, a Prefeitura vem monitorando a saúde do Pé de Cedro diante dos primeiros sinais de alerta, servidores municipais foram designados a iniciar um acompanhamento cuidadoso, que logo evoluiu para uma parceria com a comunidade acadêmica visando estudos fitossanitários, porém para que se possa estabelecer um laudo técnico, tamanha a importância a árvore, será preciso realizar estudos mais aprofundados.
Com a situação do Pé de Cedro exigindo medidas rápidas, um decreto foi elaborado para estabelecer ações administrativas emergenciais. A Prefeitura ampliará um trabalhando em conjunto com órgãos executivos, legislativos, conselhos de cultura e meio ambiente, universidades e outras entidades, para desenvolver estratégias legais e científicas que assegurem a recuperação e proteção da árvore, ou que juntos tracem outras estratégias a serem tomadas.
A Prefeitura está comprometida com a preservação do Pé de Cedro e manterá a população informada sobre as medidas que estão sendo tomadas para garantir a saúde da árvore. E reafirma seu compromisso de manter viva a história de Coxim, assegurando a simbologia do Pé de Cedro permaneça como um símbolo de orgulho para todos.
MORTE
Muitas vezes as árvores não apresentam sintomas que demonstram que elas estejam morrendo e na maioria das vezes elas morrem lentamente. Geralmente esse processo ocorre internamente e os sintomas se manifestam gradualmente na parte externa da árvore.
Um aspecto importante e que podemos utilizar sempre é a observação do desenvolvimento das árvores com o passar das estações. Algumas perdem suas folhas em épocas mais críticas enquanto outras não, por isso é importante conhecer o ciclo da espécie utilizada. Alguns sinais indicativos de sobrevivência podem ser observados facilmente, como por exemplo a verificação de brotações de ramos, folhas, flores e frutos.
Além disso, ao ser implantada em um novo local, algumas árvores sofrem bastante para se adaptar, o que pode levar também à sua morte. A contratação de um profissional para identificar a sanidade de uma vegetação é o mais adequado pois só ele saberá fazer uma análise minuciosa sobre o caso, mas existem algumas medidas que você pode tomar de antemão para um diagnóstico prévio:
Passo 1: Consiste em quebrar um galho fino e verificar se ele dobrará ou romperá com um estalo. Verifique também se internamente o galho está seco ou úmido. Lembre-se que as árvores vivas têm galhos verdes e flexíveis.
Passo 2: Realize uma pequena raspagem na casca da árvore utilizando uma faca ou até mesmo a unha e procure por uma camada verde de baixo da casca que esteja úmida ao toque. Caso essa camada esteja marrom e seca significa que o galho está morto.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS