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Paris 2024: Brasil perde de virada para a Polônia no vôlei masculino

Resultado dificulta classificação do Brasil para o mata-mata

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31 de julho de 2024

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FP/PCS / EDIÇÃOMS

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O Brasil começou surpreendendo, mas acabou sofrendo uma virada da Polônia na segunda rodada do Grupo B do vôlei masculino nas Olimpíadas de Paris, nesta quarta-feira (31). Os poloneses venceram por 3 sets a 2 no tie-break (parciais de 25 a 22, 19 a 25, 25 a 19, 23 a 25 e 15 a 12). A Polônia, que ocupa a primeira posição no ranking internacional, seis lugares acima do Brasil, veio de uma vitória fácil sobre o Egito.

O Brasil começou forte, mas perdeu ritmo e teve uma derrota amarga. A equipe brasileira teve momentos de oscilação e não conseguiu conter os adversários. A Polônia, que já havia eliminado o Brasil nas últimas duas edições da Liga das Nações e vencido no Mundial de 2022, ampliou o histórico de vitórias contra os brasileiros para 15 a 11.

Os comandados por Bernardinho ainda não venceram em Paris. A Itália lidera o grupo com duas vitórias, empatada com a Polônia. A seleção masculina busca sua quarta medalha de ouro, a última conquistada na Rio-2016; em Tóquio, a equipe caiu na semifinal. O Brasil enfrentará o Egito na sexta-feira (2), no último jogo da fase de grupos. As duas primeiras equipes do grupo avançam diretamente para as quartas de final, enquanto os dois melhores terceiros colocados também se classificam. Além de vencer, o Brasil precisa torcer para conseguir uma vaga na fase de mata-mata.

Resumo do jogo:

O Brasil começou o primeiro set de forma avassaladora, mas sofreu uma virada e conseguiu se recuperar. A equipe abriu vantagem no placar, chegando a 10 a 7, com saques eficientes e bloqueios. A vantagem aumentou para seis pontos, chegando a 19 a 13, com destaque para uma defesa heroica de Bruninho. A Polônia reagiu, empatou em 21 a 21 e até virou, mas o Brasil conseguiu vencer o set com boas atuações de Leal, Lucarelli e Darlan.

No segundo set, a Polônia dominou, abrindo 4 a 0 e forçando um tempo técnico de Bernardinho. O Brasil teve dificuldades com o saque de Bieniek e o central Kochanowski. Lucarelli liderou uma reação, mas a Polônia voltou a abrir vantagem e fechou o set com destaque para Leon, que marcou nove pontos.

O terceiro set foi equilibrado, com o Brasil se destacando no final. O placar estava apertado até os brasileiros abrirem 16 a 12. A equipe manteve a liderança e venceu o set, com destaque para Adriano e Lucão.

No quarto set, as duas equipes se alternaram na liderança até o 17 a 17. O Brasil perdeu ritmo, Lucão se machucou, e a Polônia venceu o set.

No tie-break, a Polônia começou melhor, abrindo vantagem. O Brasil reagiu e empatou em 12 a 12, mas a Polônia fechou o jogo e venceu por 15 a 12.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS