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Parceria da Prefeitura de Rio Verde, Sebrae e Sicredi troca materiais recicláveis por alimentos

Parceria da Prefeitura, Sebrae e Sicredi permite que estudantes troquem materiais recicláveis por alimentos saudáveis em Rio Verde.

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16 de setembro de 2022

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Assessoria

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Alunos do 4º e 5º ano da Escola Municipal José Duailibi, de Rio Verde de Mato Grosso, realizaram, na noite de quarta-feira (14), a primeira troca de moeda social do Projeto Recicla Verdinho, por alimentos saudáveis, na Feira Central da cidade. Ao entregar na escola itens que seriam descartados em casa, como garrafas pet ou recipientes plásticos, os estudantes recebem “verdinhos” e com eles podem adquirir produtos da agricultura familiar na feira.
O “Recicla Verdinho” é promovido pela Prefeitura Municipal, junto com a instituição financeira cooperativa Sicredi, e o Sebrae/MS, por meio do programa Cidade Empreendedora. Segundo o prefeito de Rio Verde de Mato Grosso, Réus Antônio Sabedotti Fornari, a iniciativa é um passo importante para o município e que favorece a educação ambiental aliada ao incentivo à agricultura familiar.
“A ideia disso tudo nada mais é do que por meio de uma ação alcançar muitos resultados. No momento em que separamos o lixo para reciclar, conseguimos conscientizar a população de que esse ato contribui para uma cidade mais limpa e mais bonita. Na mesa das famílias também teremos mais produtos de qualidade, frescos e naturais, sendo que os feirantes também ganham com essa ação”, destacou.
O material reciclável arrecadado será doado para a Associação Cataverde e o valor dos produtos fornecidos para as crianças é repassado para os produtores pela cooperativa Sicredi. Os alunos contam com cerca de seis pequenos produtores da agricultura familiar inscritos no projeto para realizar a troca de sua moeda por itens de alimentação.
A superintendente municipal de educação, Patrícia Moisés Bombonato, destacou que o Recicla Verdinho somou à disciplina de educação empreendedora que foi inserida matriz curricular no ano passado. “As crianças realizaram vários projetos nessa disciplina e essa ação veio para consolidar isso. Elas participaram de várias palestras de conscientização para que pudessem repassar as informações aos pais, para fazer o recolhimento e a seleção do reciclável”, explicou.
A aluna Elisa Benites, do 4º ano da Escola José Duailibi, participou da primeira troca da moeda social pelos produtos na feira. “Juntamos 22 garrafas e mais embalagens. Hoje levamos tomatinhos e alface com a troca do verdinho”, disse. Sirlei Rodrigues é mãe de um dos alunos que estão no projeto e também ressaltou a iniciativa. “Esse projeto trouxe uma visão diferente para os meus filhos porque hoje eles se preocupam com a reciclagem, não só pelo fato de transformar o reciclado em renda, mas uma ajuda para família, a oportunidade de ter mais alimentação saudável em casa”, comentou.
Rio Verde de Mato Grosso é o 8º município integrante do Programa Cidade Empreendedora a implementar o Projeto Recicla Verdinho. Os outros municípios onde a iniciativa também é realizada são: Rio Brilhante, Nova Andradina, Maracaju, Amambai, Dourados, Costa Rica e Inocência.
Mais informações sobre a realização do programa Cidade Empreendedora no município podem ser obtidas por meio do número 0800 570 0800 ou pelo site cidadeempreendedora.ms.sebrae.com.br  
 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS