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Para reforçar combate a incêndios florestais, 151 novos bombeiros passam por capacitação

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30 de abril de 2021

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Leonardo Rocha, Subcom

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Para reforçar o combate a incêndios florestais em Mato Grosso do Sul, 151 novos soldados do Corpo de Bombeiros passam por capacitação técnica para atuar no campo, inclusive com aulas práticas de prevenção e combate ao fogo, sendo a primeira turma de novos militares a dispor desta qualificação.

O grupo está desde segunda-feira (26) acampado na Fazenda Modelo, da Embrapa de Gado de Corte, realizando uma série de atividades para se capacitar no combate a incêndios florestais. Nesta quinta-feira (29) participaram da instrução de queima e dispersão do fogo, usando na prática as técnicas que aprenderam durante o curso de uma semana.

Novos soldados do Corpo de Bombeiros durante curso (Foto: Edemir Rodrigues)

Foi preparada uma área específica da vegetação para realizar o incêndio, em um quadrante definido, onde os novos bombeiros, que se formaram na semana anterior, puderam colocar em prática o que aprenderam, tendo a participação dos instrutores e coordenadores do curso.

“Este treinamento faz parte do curso de força-tarefa de prevenção e combate a incêndio florestal, capacitando os novos soldados que depois serão distribuídos por todo Estado. Na formação eles passaram por todas as etapas das atividades de um bombeiros e nesta semana receberam a qualificação nesta atividade”, explicou o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Waldemir Moreira Jr.

Ele destacou que para o curso foi utilizado uma série de equipamentos e materiais adquiridos no ano passado, inclusive dispondo das tecnologias novas. “O curso foi feito em uma época que a vegetação não está tão seca, temos um controle maior, a velocidade de propagação do fogo é mais lenta, e assim conseguimos demonstrar melhor esta ação a eles”.

Formação

Reunião antes da realização da atividade no campo (Foto: Edemir Rodrigues)

O subcomandante do Corpo de Bombeiros, o coronel Artemison Monteiro de Barros, que acompanhou o treinamento do campo, revelou que até o meio do ano serão formados nesta força-tarefa 405 (bombeiros) militares aptos para ajudar no combate a incêndios florestais no Estado, tendo ao total 1,5 mil bombeiros aptos e capacitados para atuarem no campo para estas ações.

“Nossas ações atendem a política nacional do meio ambiente e a capacitação dos novos soldados já é uma das respostas para o combate a incêndios florestais. Mato Grosso do Sul tem sido um dos primeiros no ranking nacional de focos de calor, ano passado por exemplo foram 11.885 (focos)”, destacou Barros.

O presidente do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), André Borges Barros de Araújo, destacou que é fundamental este treinamento para que haja mais profissionais qualificados para atuação nesta função. “O treinamento já é uma fase de prevenção, para evitar que o fogo se propague no campo. Vivemos anos difíceis, muito por conta da estiagem prolongada, a tendência é que neste ano também seja severa”, ponderou.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS