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Para produtores, toque de recolher ainda dificulta grandes shows

Apesar da liberação, produtores afirmam que as restrições tornam grandes shows inviáveis.

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28 de julho de 2021

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CGNews/PCS

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Promotores de grandes eventos como shows nacionais e espetáculos de teatro ainda pisam sobre a “incerteza” mesmo após a liberação de todas as atividades em Mato Grosso do Sul, segundo o novo Prosseguir divulgado ontem (27) pelo estado.

Agora, todas as atividades foram liberadas, mesmo as não essenciais de alto risco, inclusive shows e saunas, mas com restrições de acordo com a bandeira e o risco para covid-19 de cada município.

Nesse sentido, com a alteração, a intenção é que as atividades sejam retomadas, mas com lotação definida na classificação feita pelo programa.

Municípios de bandeira verde, os de grau baixo, poderão liberar com 100% da capacidade. Além disso, as cidades de grau tolerável, amarelo, poderão ter 90% da capacidade, as de grau médio, laranja, terão 70%, de grau alto, vermelha, terão metade, enquanto as de grau extremo, bandeira cinza, terão apenas 30%.

No entanto, para alguns produtores, a volta de eventos maiores como shows ainda é complicada diante das restrições. Um dos fatores é o toque de recolher, afirma o produtor Walter Junior, proprietário da Santo Show. “Tem que ver na prática se isso vai funcionar. O toque de recolher ainda é um pouco complicado. Eu tenho um DVD para setembro, mas estou aguardando mais flexibilização para divulgar”, afirma.

Para Leonardo Alencar, dono da Realiza Produções, a exigência de distanciamento também diminui a chance de retomada. “Torna inviável para quem atua com teatros, por exemplo. Sinto que ainda não dá para realizar nada”, resume.

Já o produtor Bruno Damus, diz que não pretende voltar com eventos neste semestre. “Não concordo com o retorno esse ano. Eu só concordo quando tiver 70% das pessoas vacinadas com as duas doses”, afirma.

Ele também destaca que as restrições desfavorecem a realização dos eventos. “A restrição de público para nós não vale à pena. Já estava difícil antes da pandemia, agora com restrição a conta não fecha. Eu vou esperar para voltar com 100% da capacidade”.

Douglas de Mello, sócio proprietário de casas de shows em Campo Grande, diz que está ansioso pela retomada, mas vai esperar o fim das restrições. “Nós estávamos esperando diminuir bem o contágio e número de mortes. Um show nacional requer mais atenção e capacidade maior de pessoas por conta do investimento. Enquanto não tiver seguro a gente não vai arriscar, porque a gente não quer contribuir para que aumente os casos. Só vamos conseguir trazer eventos nacionais ano que vem”, afirma.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS