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Para liberar uso de máscara, Campo Grande tem que aumentar taxa de vacinação

Após a apresentação de técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Secretaria Municipal do Rio de Janeiro,

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30 de outubro de 2021

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Correio do Estado MS - Ana Clara Santos

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Após a apresentação de técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Secretaria Municipal do Rio de Janeiro, na terça-feira (26), que trouxeram para Campo Grande um pouco da experiência da cidade nessa fase de reabertura na pandemia, o prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD), voltou a falar sobre a desobrigação do uso de máscara e do passaporte da vacina. 

Durante a apresentação, o Superintendente da Secretaria em Vigilância em Saúde do Rio de Janeiro, Márcio Garcia, afirmou que Campo Grande está com um cenário favorável para a reabertura, sendo que esse é o primeiro aspecto a ser analisado quando se fala sobre liberação do uso das medidas de segurança, assim como está acontecendo no Rio.

O prefeito de Campo Grande, acompanhou o discurso, reforçando que é apenas por meio da vacinação que a cidade pode atingir índices aceitáveis para começar a discutir a flexibilização. 

“Pela apresentação da Fiocruz vemos Campo Grande muito bem situada, tanto no índice de mortalidade quanto no índice de vacinados. Naquelas cidades que atingiram o percentual de 65% de imunizados e 70% de quem tomou a primeira e segunda dose, já é recomendada a retirada da máscara.”

A Organização Mundial da Saúde (OMS), recomenda que ao menos 75% dos adultos estejam vacinados para que a cidade ou país considere a desobrigação do uso da máscara. 

“Nós estamos falando de 64, quase 65%, de vacinados considerando toda a população, desde a pessoa mais nova até a mais experiente. Mas, se levarmos em conta apenas adultos de 18 anos pra cima, esse índice chega a 81%, então, estamos muito acima do esperado. Mas, como a OMS exige que seja considerada a população geral, estamos perto dos 65%”, analisa o prefeito

Em relação ao passaporte da vacina, o chefe do executivo disse que se o país não exigir que as pessoas se vacinem, ele também não pode exigir que a pessoa comprove que se vacinou para poder entrar em algum lugar. Contudo, ele lembrou que não pode interferir na iniciativa privada, sendo assim, eventos particulares em que o organizador exigir a apresentação da comprovação da vacina, o público terá que seguir a determinação. 

Vacinação

Nesta terça-feira, o vacinômetro do site da Prefeitura de Campo Grande contabilizava 72,01% de pessoas que tomaram a 1ª dose e 64,47% de pessoas que completaram o esquema vacinal ou tomaram dose única. Já a terceira dose foi aplicada em 97. 968 pessoas.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS