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Paciente diz que apanhou, mas clínica desmente

Segundo a vítima, as agressões aconteceram pelo fato do paciente ter recusado tomar injeção no começo da tarde de terça-feira (23), em uma clínica de reabilitação

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25 de setembro de 2014

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Ana Flávia Dorsa

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Um site de Campo Grande publicou ontem (24) uma matéria que relatava um boletim de ocorrência realizado por um jovem de 25 anos que procurou a polícia após suposto espancamento em uma clínica de reabilitação. 
Segundo a vítima, as agressões aconteceram pelo fato do paciente ter recusado tomar injeção no começo da tarde de terça-feira (23), em uma clínica de reabilitação. 
À polícia, o jovem disse que levou socos e chutes nos lábios, testa, braços e pernas. O rapaz é dependente químico de maconha e álcool. Ele contou ainda que não reagiu a agressão e que ainda teria sido ameaçado de morte. O caso foi registrado como lesão corporal dolosa na Depac  (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), da Vila Piratininga na capital.
Outro lado
A equipe de reportagem do Diário do Estado entrou em contato com a clínica para saber o que eles teriam a dizer diante das acusações. O coordenador Cristiano Augustus esteve na redação do jornal para explicar como foram os 19 dias da internação do paciente.
“Esse era um momento crucial para o jovem, ele estava em um período de abstinência, e estava descontrolado tentando uma maneira para fazer o uso da droga novamente. Porém como ele estava muito agressivo e ameaçando colocar fogo no local, assim como ameaçando a vida de outras pessoas, decidimos entrar em contato com a família e devolvê-lo ao seu lar”, conta o coordenador que após conversa por telefone com a mãe do paciente, o despachou na rodoviária de Coxim à pedido da família. 
Adriano Alves, um ex-residente da casa que hoje colabora com a equipe de forma voluntária, informou que o jovem estava colocando em risco a sua integridade física assim como a dos outros residentes e colaboradores. De acordo com o voluntário, não houve nenhuma luta corporal, tanto que ele assinou o termo de saída sem o registro de nenhuma ocorrência do tipo.
Augustus ainda complementa dizendo que a Clínica está instalada em Coxim há quatro anos e que nunca houve reclamações, e que se houvesse algo errado, outras pessoas já teriam denunciado. “Já recuperamos mais de 30 pessoas, temos um trabalho prestado, mas o jovem em questão era muito agressivo e não se adequou ao tratamento. Infelizmente não podemos salvar a todos, mas sabemos que uma hora ele reconhecer disso, pois no momento não entende que precisa de ajuda. 
Serviço: A Clínica Recomeço está localizada na rua Afonso Costa Campos, 757, no bairro Flávio Garcia. Quem deseja mais informações e como procurar ajuda contra as drogas ligue para o telefone 3291-4399 que a equipe está à disposição.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS