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Ovo de páscoa industrializado é três vezes mais caro do que barra de chocolate

Pesquisa realizada em um supermercado de Campo Grande demonstra que o ovo de Páscoa industrializado custa até três vezes mais do que a barra de chocolate da mesma marca, peso e sabor.

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6 de abril de 2022

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Correio do Estado

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Pesquisa realizada em um supermercado de Campo Grande demonstra que o ovo de Páscoa industrializado custa até três vezes mais do que a barra de chocolate da mesma marca, peso e sabor.

O levantamento de preços foi realizado em 5 de abril de 2022. Páscoa será celebrada em 15 de abril de 2022, feriado de sexta-feira Santa.

Veja a comparação de preços:

Lacta ao leite   Ovo de páscoa Barra de chocolate R$       R$ 29,50            R$ 5,00 g           170g                90g

O ovo de páscoa industrializado, da marca “Lacta”, sabor “ao leite”, peso 170g, é 2,9 vezes mais caro do que duas barras de chocolate de 90g cada uma.

Diamante Negro   Ovo de páscoa Barra de chocolate R$       R$ 26,90           R$ 5,00 g           176g               90g

O ovo de páscoa industrializado, da marca “Lacta”, sabor “diamante negro”, peso 176g, é 2,6 vezes mais caro do que duas barras de chocolate de 90g cada uma.

Lacta Branco   Ovo de páscoa Barra de chocolate R$         R$ 29,50             R$ 5,00 g            175g                90g

O ovo de páscoa industrializado, da marca “Lacta”, sabor “branco, peso 175g, é 2,9 vezes mais caro do que duas barras de chocolate de 90g cada uma.

Os motivos do custo mais elevado do ovo industrializado são embalagens mais aprimoradas, transporte e armazenamento específico, maior quantidade de máquinas para produção e adicionais dentro dos ovos.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas, a cadeia logística do ovo de Páscoa e barra de chocolate determina a variação de preços. Ovos e barras de chocolate têm o mesmo sabor, peso e marca, mas a logística entre ovo de chocolate e barra é diferente.

O advogado do consumidor e professor universitário, Marcelo Salomão, afirmou ao Correio do Estado que não existe tabelamento de preços de ovos de chocolate e quem decide o valor do produto é o mercado.

“Nós temos uma variação altíssima e o consumidor precisa ficar atento aos preços. Essa é uma Páscoa que a gente acredita que vai ser um pouco mais cara que o ano passado”.

“O consumidor deve contribuir com aquele que está vendendo mais barato e punir aquele que vende mais caro”.

Ainda segundo o advogado do consumidor, “pesquisar o preço é importante, mas não deve ser o único fator como tomada de decisão na compra de um produto. O consumidor deve observar se o ovo de chocolate está dentro do prazo de validade, se não está quebrado, se a embalagem não está danificada e se está guardado na temperatura ideal”.

Levantamento do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento de Mato Grosso do Sul (IPF-MS) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) aponta que a Páscoa deve movimentar R$ 218 milhões na economia de Mato Grosso do Sul em 2022, entre gastos com chocolates e comemorações.

Do total, R$ 101,14 milhões serão destinados à compra de presentes – queda de 39% em relação ao mesmo período do ano passado – e R$ 117,51 milhões destinados à comemorações – queda de 26% em relação a 2021-.

De acordo com o presidente da Fecomércio, Edison Araújo, o aumento de preço de vários produtos é responsável pela queda na intenção de consumo.

“A queda se deve ao momento econômico que vivemos, considerando a inflação e taxa de juros que fazem com que o consumidor perca seu poder de compra”, disse.

“Ainda assim é uma data muito importante, considerando que mais da metade da população deve ir às compras”, acrescentou.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS