quinta, 04 de junho, 2026
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Com foco na prevenção e no combate aos incêndios florestais, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS) mantém ativa a Operação Pantanal 2025 em todo o Estado, abrangendo os biomas Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica. As ações seguem em andamento mesmo sem registros atuais de focos de incêndio na região pantaneira, impulsionadas pelo aumento dos níveis dos rios.
As tropas atuam com reforço nas onze bases avançadas distribuídas em áreas estratégicas do Pantanal. Essas estruturas permitem uma resposta rápida e eficaz em caso de ocorrência de incêndios florestais, além de colaborar para a proteção permanente de regiões de difícil acesso.
“Adotamos as bases avançadas como um norte, aumentamos a estrutura e permitimos novos usos, agregando mais valor para as comunidades atendidas. Temos um cronograma para as equipes, mantendo a operação contínua com presença proporcional ao fogo existente”, destacou o major Eduardo Teixeira, subdiretor da Diretoria de Proteção Ambiental (DPA) do CBMMS.
Entre as bases citadas pelo oficial estão Amolar, Redário, Forte Coimbra e a Fazenda Lourdes, na região da Nhecolândia, que já estão em funcionamento.
Além do monitoramento e ocupação de áreas estratégicas, o CBMMS tem intensificado o trabalho de conscientização sobre o uso do fogo, promovendo a queima prescrita no Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro e ações educativas junto às comunidades locais.

Foto: Cabo Paulon/CBMMS
Também foram realizados cursos de formação e capacitação, que incluem técnicas de combate a incêndios florestais, operação de drones, condução de veículos 4x4 e embarcações, além da manutenção de equipamentos motomecanizados. Até o momento, mais de 200 bombeiros militares, 200 militares do Exército Brasileiro e 600 brigadistas comunitários já foram capacitados.
A atuação organizada conta com o apoio de tecnologias e logística especializada. Em maio de 2024, veículos e equipamentos foram enviados por uma barca pelo Rio Paraguai, com destino às bases do Pantanal. O transporte fluvial permite abastecer regiões remotas com os recursos necessários para o combate eficiente aos incêndios.
O trabalho desenvolvido pelo CBMMS tem se consolidado como referência nacional na preservação dos biomas sul-mato-grossenses, especialmente no Pantanal, com foco na antecipação aos focos de calor e na resposta coordenada às emergências ambientais.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS