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Opção por gestão municipalista fez MS superar crise e liderar crescimento, diz governador

Para tornar Mato Grosso do Sul o 6° Estado mais competitivo no país (1° do Centro Oeste), o governo reforçou a presença e criou programas para potencializar as vocações econômicas dos municípios. Em todos eles há obras estruturantes, dando condições para o desenvolvimento urbano e ampliação das oportunidades.

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3 de novembro de 2021

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Edmir Conceição, Comunicação do Governo de MS

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Ao destacar o alcance dos investimentos em ações sociais e de fomento ao esporte, lazer e melhoria na qualidade de vida da população, o governador Reinaldo Azambuja disse que o Estado não tem nenhuma área excluída do processo de desenvolvimento. As ações no esporte, segundo o governo, são um exemplo de política pública capaz de integrar e desenvolver os municípios, contribuindo enormemente para a melhoria dos indicadores sociais, principalmente educação e saúde. "Investir na vida saudável das nossas crianças e jovens não tem preço", disse o governador, considerando que por trás de uma política forte de investimentos está um modelo de gestão municipalista. "Adotamos novos conceitos e hoje Mato Grosso do Sul pode avançar".

Vistoriar obras e ouvir as pessoas tem sido uma rotina do governador Reinaldo Azambuja (Foto: Chico Ribeiro)

Para o governador o municipalismo vem mostrando, nos últimos sete anos, ser o melhor modelo de gestão, porque permite o desenvolvimento ordenado, sem discriminação. Todas as ações e programas executados pelo Governo do Estado foram e são pensadas buscando atender as necessidades da população, em ambiente de diálogo, parcerias e responsabilidade. Por isso o Estado não apenas superou as dificuldades que vieram com a retração econômica de 2016 e 2017, mas também os desafios no enfrentamento da pandemia. Reinaldo disse que a parceria com os prefeitos, apoio do Legislativo, responsabilidade na tomada de decisões e interiorização das ações ajudaram Mato Grosso do Sul a manter o ritmo de produção e reforçar a capacidade de investimentos em infraestrutura e políticas sociais.

Para tornar Mato Grosso do Sul o 6° Estado mais competitivo no país (1° do Centro Oeste), o governo reforçou a presença e criou programas para potencializar as vocações econômicas dos municípios. Em todos eles há obras estruturantes, dando condições para o desenvolvimento urbano e ampliação das oportunidades.

Governador em visita a obra da fábrica da Inpasa, empresa que conta com o incentivo do Estado (Foto: Chico Ribeiro)

Reinaldo resume em três indicadores a liderança de MS na retomada do crescimento: Estado que mais gerou empregos no período pandêmico, crescimento do PIB em 2021 e competitividade. "Nós cuidamos do Estado", afirma, para dizer que as parcerias e unidade da equipe, os programas de fomento, incentivo e financiamento das atividades econômicas, reforma administrativa e equilíbrio fiscal, contribuíram para esse cenário positivo.

As políticas públicas que criam oportunidades e melhoram a qualidade de vida precisam ser fortalecidas e interiorizadas. “O municipalismo é uma conquista dos prefeitos e eles decidem se é o modelo que deve continuar”, disse, destacando que uma ação de governo só tem alcance se estiver alinhada ao interesse comum, ter a participação dos prefeitos, vereadores e parlamentares. A participação é fundamental não só na definição, mas também na efetivação, como o programa Mais Social, que se tornou uma lei justa e perene, acabando com a sensação de incerteza.

A mudança de conceito na forma de administrar o Estado, segundo o governador, não é recente. Começou há sete anos e vem se afirmando, demonstrando que as parcerias contribuem na execução das políticas públicas, melhoram os indicadores sociais e criam um ambiente de otimismo em todos os 79 municípios do Estado. "Ninguém faz nada sozinho".

Valdir Couto Júnior, prefeito de Nioaque e presidente da Assomasul, ao lado do governador Reinaldo Azambuja, secretários Geraldo Resende (Saúde) e Eduardo Riedel (Infraestrutura) - Foto: Chico Ribeiro

“O governador, desde o início da sua gestão, adotou um a gestão municipalista, com atenção e cuidado com os 79 municípios do Estado, independentemente de partido político. Este modelo tem como resultado obras e investimentos em todas as cidades, em parceria e diálogo aberto com os prefeitos, secretários municipais e vereadores. Um dos grandes exemplos é o Governo Presente, onde se ouviu as demandas de cada local”, descreveu Valdir Couto de Souza Júnior, prefeito de Nioaque e presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul).

Parceria com os deputados estaduais também tem sido importante para o atendimento às necessidades dos 79 municípios do Estado 

Os investimentos em políticas sociais em MS aumentam, proporcionalmente, com a mesma intensidade de ações estruturantes e indução ao desenvolvimento econômico. Como o municipalismo enxerga melhor as necessidades da população, as soluções são melhor articuladas.

Para Reinaldo Azambuja, o sucesso de todas as políticas públicas se refletiu no enfrentamento da pandemia. Do esporte à cultura, do turismo à indústria e do comércio ao prestador de serviço, microempreendedores, famílias sem renda, todos os segmentos tiveram ações para enfrentar o impacto da pandemia. Ninguém estava preparado, mas o Estado estava calçado do ponto de vista do equilíbrio fiscal e do planejamento. A parceria com as instituições, prefeitos, suporte da Assembleia Legislativa e também as “medidas impopulares, duras, difíceis, mas necessárias”, foram determinantes para Mato Grosso do Sul fazer a travessia mais difícil, enquanto grande parte do País seguia mergulhada na crise, com a mínima capacidade de investimento em obras e ações sociais.

O governador lembra que quando foi prefeito por dois mandatos em Maracaju, sentiu na pele a dificuldade em receber investimentos ou apoio do Estado, deixando claro que na gestão o partidarismo atrapalha mais do que ajuda na definição de projetos e políticas públicas. A seu ver, o municipalismo une e fortalece. Por isso o mérito pelos resultados é dos prefeitos, caberá a eles decidirem consolidar esse modelo de gestão, evitando que seja interrompido no caminho.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS