quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Constituída no dia 13 de outubro de 2017 em evento público na cidade de Coxim e oficialmente criada em 21 de maio de 2018, a ONG socioambiental Bocas Abertas do Caronal vem atuando fortemente contra os fechamentos de baías no Caronal, região localizada entre as cidades de Coxim e Corumbá no pantanal sul-mato-grossense.
A referida ONG já vem desenvolvendo projetos importantes no município, entre as ações está as várias denúncias de crimes ambientais como, por exemplo, o lixão clandestino no bairro Vale do Taquari, maus tratos de animais, desmatamento ilegal em APPs, pesca predatória com redes, tarrafas e outros apetrechos ilegais, entre outras.
Além dessas ações emergenciais a ONG também atua de forma exortativa orientando e prevenindo a população sobre possíveis crimes ambientais. O grupo de ambientalistas é formado por agentes das mais variadas áreas e de vários locais no Mato Grosso do Sul e outros estados da federação entre eles, pescadores, turistas, empresários, profissionais liberais, artistas, ribeirinhos e outros, dessa forma, facilitando e garantindo resultados imediatos.
Essa prática de fechamento de bocas de baías na região conhecida como Caronal vem sendo realizada há mais de 40 anos, bem antes da divisão do Estado de Mato Grosso do Sul, e denunciada por ambientalistas nas mídias da região. Com a criação da ONG de forma oficial e jurídica em maio de 2018, o trabalho vem sendo ampliado e os resultados já estão aparecendo.
A ONG ainda não é tão conhecida, porém vem atuando em loco contra esses crimes e a população já vem gozando de seus benefícios, portanto só de se ter aberto algumas bocas de baías a população de Coxim em 2018 e em 2019 experimentou algo que há muito tempo não se via, muitas pessoas colhendo de nossos rios grande quantidade de peixes.
No grupo de amigos da rede social WhattSApp, criado pela ONG, há centenas de adeptos e há também inúmeras fotos e depoimentos de pescadores e turistas agradecendo e referendando o trabalho da entidade “que começou como um movimento despretensioso em defesa do rio”.
O presidente da ONG, Márcio Ferreira Vaz reitera a preocupação da defesa do meio ambiente e das belezas cênicas da região, como o rio cênico das monções e outros atrativos que fazem de Coxim uma cidade diferenciada nos quesitos, turismo pesqueiro, ecológico, de contemplação e de aventura tais como: prática de rapel em cachoeiras e paredões, passeios de chalana, caiaque aventura, caiaque de expedições, pesca de caiaque, entre outros.
Para Márcio Vaz, qualquer ação que prejudique o meio ambiente será combatida doa a quem doer. Ele acredita que em curto espaço de tempo a população da região já estará colhendo ainda mais os frutos de uma ação efetiva e conjunta em defesa da vida e do nosso ecossistema.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS