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Obras de duplicação da BR-163 avançam na Região Norte

A concessionária garantiu que concluirá a duplicação dos primeiros 10% da rodovia e posteriormente construirá as primeiras praças de pedágio em até 18 meses

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29 de julho de 2014

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Carlos Pires

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As obras de duplicação da BR-163 em já estão em pleno desenvolvimento em toda Região Norte. De acordo a CCR MSVia, (concessionária que administra a rodovia) os trabalhos começaram em pelo menos dez trechos ao longo dos 89,2 quilômetros que cortam o Estado. O início das obras ocorreu após autorizações especiais do (IBAMA) Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. 
A concessionária garantiu que concluirá a duplicação dos primeiros 10% da rodovia e posteriormente construirá as primeiras praças de pedágio em até 18 meses, contados a partir de abril de 2014. Além disso, serão construídas 17 bases operacionais do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) e ao todo, nove praças de pedágio ao longo de toda rodovia.
A CCR informou que as praças de pedágio na Região Norte serão construídas em Jaraguari, São Gabriel do Oeste, Rio Verde de Mato Grosso e Pedro Gomes, além de Mundo Novo, Itaquiraí, Caarapó, Rio Brilhante e Campo Grande. Esses locais, com exceção de Jaraguari, também terão bases operacionais do SAU, além de Naviraí, Juti, Dourados, Nova Alvorada do Sul, distrito de Anhanduí, Bandeirantes, Congonha e Coxim.
Ainda de acordo com a concessionária, a partir de outubro, começará os serviços de operação da rodovia com a implantação do SAU, que contará com atendimentos médico e mecânico, serviço de 0800, inspeção de tráfego e apoio ao usuário. Os serviços serão prestados a partir de instalações provisórias, enquanto são construídas as bases operacionais definitivas.
O SAU terá cerca de 500 colaboradores distribuídos ao longo da BR-163. Serão 259 profissionais de atendimento pré-hospitalar, dos quais 35 médicos que irão trabalhar em plantões 24 horas. As equipes serão apoiadas por uma frota composta por 17 ambulâncias de resgate, 25 guinchos, 19 inspeções de tráfego e 11 caminhões de serviço.

Trechos em obras
Os usuários devem estar atentos aos seguintes trechos que serão duplicados nesta fase são: Caarapó - do km 192,3 ao km 203,5 (11,2 km de extensão, sentido sul); Caarapó – do km 227,3 ao km 237,1 (9,8 km de extensão, sentido sul); Jaraguari – do km 513,3 ao km 519,7 (6,4 km de extensão, sentido sul); Bandeirantes/Camapuã – do 580,3 ao km 591,0 (10,7 km de extensão, sentido sul); São Gabriel do Oeste/Bandeirantes/Camapuã – do km 595,0 ao km 602,0 (7,0 km de extensão, sentido sul); São Gabriel do Oeste – do km 620,4 ao km 629,0 (8,6 km de extensão sentido sul); São Gabriel do Oeste – do km 630,3 ao km 648,7 (18,4 km de extensão, sentido sul); Rio Verde de Mato Grosso – do km 651,8 ao km 656,2 (4,4 km de extensão, sentido sul); Rio Verde de Mato Grosso – do km 694,9 ao km 699,5 (4,6 km de extensão, sentido sul) e Sonora – do km 824,5 ao km 832,6 (8,1 km de extensão, sentido norte).

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS