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Na última quarta-feira (24), a Prefeitura de Rio Verde de Mato Grosso-MS, por intermédio da Assessoria Especial de Turismo e Meio Ambiente e a empresa Nova Engenharia, promoveram mais uma Audiência Pública para apresentação do Diagnóstico Técnico Participativo referente ao Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB).
30 de janeiro de 2018
RVMS
Na última quarta-feira (24), a Prefeitura de Rio Verde de Mato Grosso-MS, por intermédio da Assessoria Especial de Turismo e Meio Ambiente e a empresa Nova Engenharia, promoveram mais uma Audiência Pública para apresentação do Diagnóstico Técnico Participativo referente ao Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB).
Segundo o Técnico Diego Lanza da Nova Engenharia, a apresentação do diagnóstico marca o início de uma nova etapa: o prognóstico e a busca de alternativas para universalização dos serviços relacionados ao saneamento básico. Na ocasião, foi apresentado o estudo feito na primeira fase do PMSB sobre abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo das águas pluviais urbanas.
Plano Municipal
de Saneamento
Básico
O Diagnóstico Técnico Participativo é a base orientadora do Plano Municipal de Saneamento Básico onde contém toda a informação sobre os componentes de saneamento básico apresentando as condições dos serviços indicadores socioeconômicos e ambientais além de informações correlatas do setor, que está sendo elaborado em atendimento às exigências do Governo Federal, e servirá para orientar os investimentos e as ações nos quatro eixos do saneamento que são:
Abastecimento de água
Esgotamento Sanitário
Drenagem Urbana
Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos.
A lei prevê ainda que todos os municípios brasileiros devem implantar o PMSB, condição exigida para continuar recebendo recursos do Governo Federal que serão aplicados nas obras de saneamento. A elaboração do plano está sendo custeada com recursos financeiros do Cointa-Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia Hidrográfica do Rio Taquari e a Sanesul. Esta é a primeira vez que o município executa um documento dessa natureza.
Para a Assessora Especial de Turismo e Meio Ambiente, Vanusa Lopes da Silveira, a elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico é muito importante para o município já que prevê um conjunto de ações que trará desenvolvimento e qualidade de vida para a população.
“Acredito que com isso o município a partir de 2019 estará absolutamente adequado dentro do que a Lei determina para o saneamento básico e com isso estaremos enquanto gestores, melhorando a infraestrutura do município que hoje utiliza apenas ¼ da rede disponível”, esclarece Vanusa Silveira.
O evento aconteceu no auditório da prefeitura de Rio Verde de Mato Grosso-MS, a partir das 19h00. O encontro contou com as presenças da Assessora Especial de Turismo e Meio Ambiente, Vanusa Lopes da Silveira, Assessora Especial de Cultura, Iria Maciak, da Secretária Municipal de Educação Ana Andrade da Conceição, Coordenadora da Defesa Civil, Zudeli Santana, Coordenadora Municipal do PROCON, Paula Caroline Gomes, Diretora da Escola Municipal Crescencio de Abreu, Maria Aparecida, Chefe de Gabinete, Silvana Linhares, vereadores Vitor Hugo Wormsbeker e Gerson Miranda, representantes da sociedade civil e populares.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS