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A liberação de recurso da Funasa irá proporcionar a conclusão desse sistema de esgotamento sanitário para a cidade, num total de investimentos na ordem de R$ 6.755.026,23, com contrapartida do governo estadual e deverá contribuir significativamente para o desenvolvimento da área urbana do município.
24 de novembro de 2017
O superintendente estadual da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) em Mato Grosso do Sul, Marco Aurélio Santullo, esteve, no último sábado, 18.11, visitando e verificando o andamento das obras do sistema de esgotamento sanitário (SES) em Nova Alvorada do Sul, município localizado na região sudoeste estado e à 116 Km distante da capital, Campo Grande.
A liberação de recurso da Funasa irá proporcionar a conclusão desse sistema de esgotamento sanitário para a cidade, num total de investimentos na ordem de R$ 6.755.026,23, com contrapartida do governo estadual e deverá contribuir significativamente para o desenvolvimento da área urbana do município.
De acordo com a Divisão de Engenharia de Saúde Pública (Diesp) da superintendência estadual da Funasa no Mato Grosso do Sul, esta obra é constituída por canteiro de obras, rede coletora de esgoto constituída por 10.333,38 metros, laboratório, drenagem, desarenador, caixa de areia, lagoas anaeróbicas, facultativas e de maturação, além do emissário final.
A construção também contará com urbanização e 411 ligações domiciliares, e atualmente se encontra com aproximadamente 60% executada. A conclusão de todo o projeto está prevista para fevereiro de 2018, proporcionando mais qualidade de vida aos moradores de Nova Alvorada do Sul.
A visita contou com a presença da deputada federal Tereza Cristina que contribuiu para que fossem repassadas as últimas parcelas do montante o órgão. “Temos estabelecido uma parceira muito eficiente com a Funasa e conseguido levar inúmeros benefícios a população de Mato Grosso do Sul", afirma a deputada.
Segundo a parlamentar, está sendo feito um grande trabalho de incremento dessa parceria com a Funasa para, junto com o órgão, permitir aos prefeitos a levarem abastecimento e tratamento sanitário para as suas cidades. "Nossas emendas estão sendo destinadas para a Funasa fazer a gestão destes recursos e trazer este bem tão essencial para a saúde das famílias sul-mato-grossenses”, destaca.
O superintendente estadual da Suest/MS, Marco Aurélio Santullo, ressaltou o apoio da Presidência da Funasa no tocante à liberação de recursos, evitando, dessa forma, paralisação nas obras em desenvolvimento. “Graças aos esforços deste órgão em Brasília, está sendo possível celeridade nas liberações de recursos para Mato Grosso do Sul”, afirma.
Além do superintende da Suest/MS Marco Santullo e da deputada federal Tereza Cristina, estiveram presentes na visita à obra do SES, o prefeito de Nova Alvorada do Sul, Arlei Silva Barbosa, o vereador Manoel, Humberto Maciel, superintendente do Incra/MS, o chefe da Divisão de Engenharia de Saúde Pública da Funasa em MS, Aristides Ortiz entre outras autoridades.
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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS