quinta, 04 de junho, 2026
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Celebrado ontem no dia 16 de outubro, o Dia Mundial da Alimentação busca refletir sobre a importância da nutrição e da segurança alimentar. A data foi escolhida para lembrar a criação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em 1945. A procedência confiável dos alimentos não só assegura saúde a curto prazo, mas também desempenha um papel fundamental na sustentabilidade do futuro.
Para garantir o acesso a alimentos de qualidade no Brasil, o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), parte do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA), padroniza a inspeção de produtos de origem animal em todo o país, garantindo a procedência dos alimentos.
Além do SISBI-POA, o Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia Hidrográfica do Rio Taquari (Cointa), por meio do SIM-COINTA desempenha um papel essencial no monitoramento da qualidade dos alimentos em toda a cadeia de produção e distribuição.
O presidente do Cointa e prefeito de Sonora, Enelto Ramos da Silva, defende que a alimentação saudável é a base para uma sociedade mais igualitária e justa. “O principal objetivo dessa data é chamar a atenção e inspirar ações para ajudar a prevenir, detectar e gerenciar riscos de origem alimentar, contribuindo para a segurança dos alimentos, saúde humana, prosperidade econômica, agricultura, acesso a mercados, turismo e desenvolvimento sustentável, princípios que o Cointa tem como base no seu estatuto”.
Esse é um compromisso firmado pelo SIM-COINTA, que busca estreitar a relação entre os órgãos fiscalizatórios para garantir ações que valorizem o pequeno produtor, a região e, principalmente, que zele pela qualidade e sanidade dos produtos.
De acordo com a coordenadora do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Cointa, Jacqueline Aparecida Barbosa Rodrigues, é extremamente importante uma reflexão sobre o quadro atual da alimentação mundial. “Neste contexto o SIM-COINTA, que é o responsável pela inspeção e fiscalização de estabelecimentos que produzem alimentos de origem animal e seus derivados, garante que os produtos sejam produzidos com qualidade e segurança. Já as ações relacionadas à adequação das agroindústrias, cumprimento da legislação sanitária, contribuem para garantir esta segurança alimentar e nutricional”, reforça a profissional.
O Decreto Federal 10.032/2019 permite que produtos de origem animal sejam inspecionados pelos consórcios públicos de Municípios, permitindo a comercialização entre os Municípios integrantes do respectivo consórcio.
O coordenador geral do Cointa, Pedro Freitas, destaca a importância do serviço para garantir que todos tenham acesso a alimentos seguros. “A instituição tem desempenhado um papel vital na garantia da qualidade e segurança dos alimentos de origem animal que chegam às nossas mesas. Nossa equipe trabalha incansavelmente para assegurar que os produtos de origem animal atendam aos mais altos padrões de segurança e qualidade, protegendo a saúde pública e promovendo a equidade no acesso a alimentos seguros.”
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS