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Geral
Em MS, as ações geram repercussão direta em 12 municípios: Corumbá, Ladário, Miranda, Anastácio, Aquidauana, Bodoquena, Rio Negro, Corguinho, Rio Verde de MT, Coxim, Sonora e Porto Murtinho, além de cidades próximas
11 de outubro de 2022
Assessoria
Em MS, as ações geram repercussão direta em 12 municípios: Corumbá, Ladário, Miranda, Anastácio, Aquidauana, Bodoquena, Rio Negro, Corguinho, Rio Verde de MT, Coxim, Sonora e Porto Murtinho, além de cidades próximas. Os eixos do Turismo, da Economia Criativa e do Agronegócio direcionam as principais atividades, que incluem, por exemplo, apoio para empresários participarem de rodadas de negócios; suporte para ampliar a pecuária com gado orgânico e sustentável; capacitações na piscicultura e apicultura; valorização dos produtos pantaneiros com o selo Made in Pantanal, entre outras. Os negócios existentes já apresentam recuperação e novas oportunidades estão surgindo.
Para atender essa complexidade de cenários que o Pantanal sul-mato-grossense apresenta e haver resultados diretos para o estado, o Sebrae/MS tem o apoio da Federação das Associações Empresariais de Mato Grosso do Sul (FAEMS), Instituto do Meio Ambiente de MS (Imasul), Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro) e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) para realizar o Pró Pantanal. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) ainda dá suporte para as ações. Parcerias com o Sistema Famasul e outras instituições também viabilizam esse trabalho.
Fomentar as potencialidades de Mato Grosso do Sul, por meio da integração produtiva dos territórios e fortalecimento de governanças para a dinamização econômica dos municípios sul-mato-grossenses. Esta é a proposta do Programa Estadual dos Pequenos Negócios – Propeq Dinamiza, iniciativa conjunta do Sebrae/MS e Governo do Estado, por meio Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).
O Termo de Cooperação do programa foi assinado em dezembro de 2021 e ele segue até outubro de 2022, tendo como público-alvo os pequenos negócios, grandes e médias empresas e a comunidade local. O programa está dividido em quatro eixos: Dinamização econômica dos municípios; Impulsionamento da governança territorial para melhoria do ambiente de negócios; Promoção Comercial dos Produtos Regionais e Apoio a iniciativas locais de inclusão produtiva.
Uma das ações de destaque é o estabelecimento de parcerias com grandes empresas – também chamadas de “âncoras” –, visando aumentar a competitividade de pequenos negócios locais para que possam atender às demandas de serviços e produtos de grandes empreendimentos. “O papel do Sebrae é aproximar a grande empresa da pequena. Além disso, capacitamos os pequenos negócios para que atuem em conjunto com a empresa âncora no território e juntos promovam o desenvolvimento dessa região”, finaliza o diretor de Operações do Sebrae/MS, Tito Estanqueiro.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS