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No Agosto Lilás, Cidadania leva formação para rede de atendimento à mulher em todas as regiões de MS

Formação percorreu nove municípios de Mato Grosso do Sul para debater Feminicídio Zero, Mulheres Vivas.

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30 de agosto de 2024

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da redação / idest

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Uma lista de nomes tem sido lida em cada região por onde a Secretaria de Estado da Cidadania tem passado. 

Luciene, Maria, Marta, Mayara, Joelma, Giseli, Eliza, Gisely, Gilvandra, Renata, Daiane, Aleandra, Simone, Cristiane, Andressa, Aline, Amália, Jennifer, Rose, Karina.

No Agosto Lilás, a Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres abre as formações “Diálogos para Prevenção: Mulheres Vivas, Feminicídio Zero” para a rede de atendimento à mulher respeitando a memória de cada vítima, além de chamar a atenção para o perfil e o vínculo com o feminicida. Para além de números, são mulheres com histórias, famílias e sonhos interrompidos.

As cidades de Porto Murtinho, Campo Grande, Ivinhema, Taquarussu, Chapadão do Sul, Corguinho, Rochedo, Rio Brilhante e Jardim foram palco para as ações da campanha Agosto Lilás - “Mulheres Vivas, Feminicídio Zero”.


Subsecretária de Políticas Públicas para Mulheres, Manuela Nicodemos Bailosa, em palestra sobre feminicídio zero.

“Para nós, é estratégico fortalecer as gestoras que, na ponta, executam as políticas públicas para as mulheres, formulando de um método transversal todos os direitos garantidos pelas mulheres. É fundamental esse diálogo intersetorial, com todas as instituições”, ressalta a subsecretária de Políticas Públicas para Mulheres, Manuela Nicodemos Bailosa. 

Nas formações, a subsecretaria tem apresentado um breve contexto histórico da pasta, além da Secretaria de Estado da Cidadania, bem como os oito recortes sociais que engloba. Ainda são mencionados os expressivos dados de violência de gênero contra as mulheres no Brasil e em MS, quais são e onde estão as principais ferramentas e recursos para solicitar apoio institucional e realizar denúncias.

O conteúdo ministrado também abrange as medidas protetivas de urgência, o que são, como e onde solicitar, e principalmente a importância de não revogá-las, além de educação não sexista, comportamentos sociais, Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio.


Formação percorreu nove municípios de Mato Grosso do Sul para debater Feminicídio Zero, Mulheres Vivas.

“Temos reforçado sobre conceito e informações de todas as organizações que compõem a rede de enfrentamento à violência contra as mulheres e rede de atendimento à violência contra as mulheres, e falado sobre a importância do trabalho com os agressores, na perspectiva da ressocialização e prevenção dos feminicídios”, completa Manuela Nicodemos.

A agenda do Agosto Lilás começou em Porto Murtinho, durante o 1º Encontro da Rede de Apoio de Políticas Públicas para Mulheres, que reuniu 75 pessoas entre parlamentares, gestores, Corpo de Bombeiros e diretoras das escolas municipais.

Para a secretária de Assistência Social de Porto Murtinho, Maria Lúcia Barbosa Ribeiro, é fundamental reunir todo o poder público e a sociedade civil na discussão.

“Somos a rede de apoio. Houve uma interlocução entre nós, estávamos trocando ideias para fazer a prevenção. A questão dessa rede de apoio, de fazer prevenção, é uma das coisas mais importantes, porque essa proteção é mais eficaz quando fazemos prevenção”, resumiu.


Oficina realizada no município de Rio Brilhante com gestoras e demais representantes do poder público.

Depois de Porto Murtinho, a Cidadania passou por Ivinhema, Taquarussu, Chapadão do Sul, Corguinho, Rochedo, Rio Brilhante e Jardim levando a oficina para fortalecer a Rede de Atendimento à Mulher e de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Entre gestoras, delegadas, bombeiros e servidores públicos da Assistência Social, Educação e Saúde, CRAS, CREAS e representantes da sociedade civil, a formação chegou a mais de 500 pessoas.

Assistente social em Rochedo, Angela Paelo Lipinski trabalha no Cras do município e destaca que formações como essas contribuem para modificar dados e comportamentos.

“Ninguém saiu daqui igual entrou. Cada uma que veio aqui vai sair, realmente, com uma sementinha, questionando algumas coisas, e vão poder, pelo que foi apresentado aqui, pelas condições também de estar buscando a rede”, sintetiza Angela.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS