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Não é não Mas casos de Assédio e violência sexual contra as mulheres aumentam 50% durante o Carnava

Segundo dados do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, durante o Carnaval brasileiro, casos de Assédios e violência sexual contra mulheres costumam aumentar aproximadamente 50%.

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14 de fevereiro de 2023

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 Glenda Melo

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Segundo dados do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, durante o Carnaval brasileiro, casos de Assédios e violência sexual contra mulheres costumam aumentar aproximadamente 50%.

Chegou a época do ano mais esperada por aqueles que amam uma folia e não abrem mão da diversão.

Considerada a maior manifestação cultural do país o carnaval chega após um longo período que não haviam comemorações devido a pandemia da Covid-19.

A empolgação com a data já é percebida inclusive com o aumento nas compras dos comércios em busca de fantasias e demais itens como bebidas para curtir os dias de festa.

Falar em carnaval e não falar na segurança das mulheres nesses dias de folia seria irrelevante se as foliãs pudessem curtir a festa popular sem se preocupar em serem assediadas, essa época do ano sem dúvidas é uma das grandes preocupações das mulheres que não abrem mão de pular o carnaval e se divertir.

Embora o assédio sexual aconteça todos os dias, em qualquer período do ano, as festas de Carnaval trazem uma falsa sensação de que “tudo é permitido” e o abuso acaba se tornando algo natural e até mesmo aceitável.

Uma pesquisa divulgada em 2016 pelo instituto Data Popular sinaliza que, para 49% dos homens, Carnaval não é lugar de mulher direita. Além disso, 61% deles acreditam que mulher solteira que sai para a folia não pode reclamar de ser cantada.

Seja em qual parte do Brasil for, durante ou fora do período carnavalesco, crimes de violência contra a mulher assédio sexual é só um deles podem e devem ser denunciados pelo número 180.

FICAM AS DICAS:

 Fantasia não é convite
 A pessoa se fantasiou para ela, não para ser abusada
 bebida não é carta branca para avançar o sinal
 Bebida não é desculpa para quem avança o sinal
 Ofensa não é brincadeira
 Racismo, discriminação, homofobia e lesbofobia, jamais!
 Beijo roubado é abuso
 Cantada grosseira é abuso
 Tocar o corpo de alguém é abuso


Denuncie

Geralmente, as condutas que configuram o assédio sexual se enquadram em importunação ofensiva ao pudor e nos crimes de injúria, ato obsceno e estupro.

O procedimento padrão para denunciar um assédio é registrar um boletim de ocorrência em uma delegacia, relatando com detalhes o acontecimento.
 
A mulher pode levar consigo as testemunhas que presenciaram a cena ou outro tipo de prova que ela eventualmente tiver, como fotos e vídeos. 

Em muitas festas e bloquinhos, costuma haver a presença de policiais, se no momento da ocorrência do assédio houver algum policial por perto, a mulher pode solicitar ajuda.

É direito de todo folião curtir o carnaval sem nenhum constragimento, isso vale tanto para homens quanto para mulheres.

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

4 de junho de 2026

Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

 

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

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Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...

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4 de junho de 2026

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal