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Mulheres de negócios inspiram empreendedoras em Coxim

A mediadora do Painel e diretora técnica, Maristela França, destacou alguns pontos importantes como a objetividade, o planejamento na tomada de decisões e a multifuncionalidade realizada com competência

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18 de setembro de 2015

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Ana Flávia Dorsa

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Na quarta-feira (16) a noite foi ímpar para mulheres empreendedoras de Coxim e região norte que em uma conversa aberta, se identificaram diante dos desafios do mercado e trocaram experiências importantes para enfrentar e ganhar novos ares diante das oportunidades.
A proposta do “Painel Mulher de Negócios: empreendedorismo feminino em pauta” apresentou cinco casos de mulheres que se destacaram em seus negócios, mesmo quando tudo parecia contrário aos seus sucessos. Com cerca de 150 participantes o auditório lotou e trouxe a tona importantes aspectos que diferenciam as mulheres no mercado de trabalho.
A mediadora do Painel e diretora técnica, Maristela França, destacou alguns pontos importantes como a objetividade, o planejamento na tomada de decisões e a multifuncionalidade realizada com competência. Tais dados mostram o porquê as mulheres representam mais da metade do empresariado estadual. Parte dessas mulheres segundo a mediadora tem idades entre 40 e 60 anos.
“Queremos passar a crença da competência da mulher no mundo empresarial, político e institucional. Essas mulheres do painel trazem histórias e desejos que se identificam com a plateia. As mulheres evoluíram e deixaram a competitividade de lado, estão cooperando mais, estão se apresentando ao mundo com mais parcerias”.
Para Maristela, a problemática dos gêneros mudou, hoje é uma relação de interdependências, se complementam em habilidades e atitudes que se somam, são diferentes, mas com objetivos convergentes. Essa mudança no contexto geral abriu espaço para a mulher que está ocupando de forma sábia e não está mais competindo com o homem, está acontecendo para contribuir e eles estão entendendo esse avanço e assim o sexo masculino não está se sentindo ameaçado.
Mulheres do Painel
Fizeram parte do Painel a empresária Deluze Morais da Fonsceca que começou com uma pequena loja de roupa, mas que se qualificou, cresceu e investiu. Toda essa dedicação fez dela a presidente da Associação Comercial de Rio Verde. ”Cresci muito com a ajuda do Sebrae e o Empretec foi fundamental no meu avanço como empresária”, destaca Deluze.
Com 79 anos Iva Pick, proprietária da loja Itaipu de São Gabriel do Oeste, contou para os presentes sua difícil trajetória longe da família quando era recém-casada e o tamanho da sua paciência diante do machismo da época que tanto discriminava as mulheres. Para essa senhora o grande ensinamento para as mais jovens empreendedoras é fazer o que gosta, fazer o que está em sua cabeça, pois mesmo que não dê certo, será um ganho de conhecimento.
Em um setor bem “masculinizado”, Terezinha Candido que hoje é presidente do Sindicato Rural de Coxim e diretora da Famasul, falou de sua trajetória de educadora do Senar à diretora e representante de um sindicato, que antes nunca havia tido uma mulher em sua composição. “É preciso ter uma família muito compreensiva. O cenário não é favorável para mulher, é necessário ter opinião, por que o preconceito tem que estar na cabeça dos outros. Ser presidente do Sindicato Rural aconteceu, eu nunca pensei, mas deu certo e isso mostra que a mulher tem capacidade para estar em todos os setores”.
Luciana Azambuja, advogada, empresária e subsecretária de políticas públicas para mulheres do Mato Grosso do Sul também compôs o Painel e falou sobre as políticas públicas que hoje são voltadas para a mulher e disse que quer deixar um legado, principalmente no combate a violência contra a mulher. Ela frisou que um grande passo para que a mulher saia dessa condição de violência é conquistando sua independência financeira.
Com a ajuda das filhas, Vilma Gonçalves de Souza que já ganhou o prêmio destaque do ano, também conquistou o sucesso, porém depois de adiá-lo algumas vezes por conta da família, mas que através de trabalhos artesanais, se formalizou e cresceu e que hoje é uma grande honra dizer às mulheres que é possível ser dono e vencer.
Inspiração
 “Há cerca de três anos estava pensando em algo para eu desenvolver após minha aposentadoria. Quero abrir um negócio e o Painel me encorajou e me entusiasmou para que isso se consolidasse ainda mais em mim”, destaca Cláudia Marques.
Já para a cirurgiã dentista Geisa Vidal que é uma empreendedora no ramo da saúde, a proposta da noite lhe inspirou, dando novas ideias para serem aplicadas em sua clínica que serão em breve executadas.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS