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Impulsionado pelo setor de serviços, Mato Grosso do Sul permanece sendo destaque positivo na geração de empregos com carteira assinada, conforme dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta segunda-feira (6) pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social.
7 de junho de 2022
Paulo Fernandes, Subcom
Impulsionado pelo setor de serviços, Mato Grosso do Sul permanece sendo destaque positivo na geração de empregos com carteira assinada, conforme dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta segunda-feira (6) pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social.
Em abril, o Estado criou 2.586 novas vagas no mercado de trabalho formal (com 29.060 admissões e 26.474 desligamentos). Com esse resultado, a Unidade da Federação acumula 19.068 novas vagas no mercado de trabalho formal no quadrimestre. O aumento de 3,39% em relação ao estoque de empregos do mês de dezembro de 2021 coloca Mato Grosso do Sul em 5º lugar em termos de crescimento percentual no ano de 2022, atrás apenas de Amapá (4,31%), Goiás (3,74%), Roraima (3,52%) e Mato Grosso (3,48%).
Para o governador Reinaldo Azambuja, a geração de empregos é resultado de políticas públicas e do desenvolvimento do Estado. “Esses números mostram a transformação de Mato Grosso do Sul e a confiança de quem quer investir aqui. Fizemos o dever de casa, as reformas necessárias e hoje Mato Grosso do Sul é um estado equilibrado financeiramente, capaz de cumprir obrigações, com o pagamento de salários do funcionalismo em dia e fazendo investimentos. Quem investe aqui tem segurança jurídica. Temos uma das melhores políticas de incentivos fiscais, abrindo uma janela de oportunidades, gerando empregos, renda e promovendo o desenvolvimento social”, explicou o governador Reinaldo Azambuja.
Com exceção do industrial, que teve queda de 335 vagas, todos os setores tiveram saldo positivo no mês de abril em Mato Grosso do Sul. O melhor resultado ficou por conta da área de Serviços, com 1.038 empregos criados, seguido por Comércio (659), Agricultura (652) e Construção (572).
Entre os municípios sul-mato-grossenses com melhor saldo de empregos estão Campo Grande (552), Três Lagoas (453), Ribas do Rio Pardo (354), Nova Alvorada do Sul (304), Vicentina (241), Caarapó (230), Costa Rica (116), Ivinhema (111) e Nova Andradina (117). No mês, o Brasil gerou 196,9 mil empregos formais.
No acumulado de 12 meses (de maio de 2021 a abril de 2022), Mato Grosso do Sul gerou 37.808 empregos com carteira assinada. E para impulsionar ainda mais as contratações, até sexta-feira (10), a Funtrab (Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul) realiza o Feirão Digital de Empregos por meio do aplicativo “MS Contrata+”, disponível para IOS e Android. (Paulo Fernandes, Subcom)
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS