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MS registra sete mortes em apenas três meses e suspeitas de dengue disparam

Além de quase 8 mil confirmações, Mato Grosso do Sul tem 16,7 mil suspeitas da doença.

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28 de março de 2023

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CGNews

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Os casos de dengue aumentaram sete vezes em 2023 em relação ao mesmo período do ano passado. Neste ano, foram 16.723 casos prováveis da doença, com pessoas com todos os sintomas, mas sem a confirmação em laboratório. O que preocupa ainda mais são sete mortes, de acordo com o último boletim da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES-MS). Já em 2022, foram 2.349 casos até a 11ª semana com duas mortes.

As mortes foram registradas nos municípios de Três Lagoas (2), Guia Lopes da Laguna, Dourados, Amambai, Campo Grande e Aquidauana. Ainda segundo a SES, mais três óbitos estão em investigação.

A divisão cronológica dos óbitos foi de um em janeiro, um em fevereiro e cinco neste mês. No mesmo período do ano passado, Mato Grosso do Sul tinha registrado apenas duas mortes no terceiro mês.

Vale registrar que os anos com mais mortes na série histórica, desde 2014, foram 2020 (com 43 óbitos) e 2019 (com 33).  

Alta incidência - Ainda nem terminou o terceiro mês do ano e o Estado confirmou 7.988 pacientes com a doença. Mato Grosso do Sul é o 10º no ranking de incidência com 595,3 casos prováveis para cada 100 mil habitantes. Com isso, a classificação é de alta incidência.

Dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, a situação é grave em ao menos 45, que registram alta incidência. As maiores taxas estão em Batayporã (3.630,3); Alcinópolis (3.581,3) e Bodoquena (3.215,1). Cinco cidades estão com o valor na taxa dos 2 mil: Jaraguari (2.808,0); Antônio João (2.572,1); Itaporã (2.555,4); Corumbá (2.322,0) e Ladário (2.076,9).

Campo Grande está na classificação de incidência média com 1.579 casos prováveis para os mais de 900 mil habitantes. A taxa da Capital é de 174,3.

Somente sete municípios estão com a taxa de baixa incidência (abaixo dos 100 casos). São eles: Nova Alvorada do Sul (75,8); Terenos (71,8); Paranaíba (66,2); Ribas do Rio Pardo (60,1); Paranhos (55,5); Japorã (43,3); e Iguatemi (30,9).

Em quase três meses, Coronel Sapucaia, Eldorado, Jateí e Paraíso das Águas são os lugares de Mato Grosso do Sul sem a doença.

Casos confirmados - Três Lagoas lidera o número de casos confirmados da doença, dos 7.988, o município da região do Bolsão representa 711. Na sequência, vem a Capital com 408. Abaixo vem Bonito (373), Bela Vista (361), Batayporã (336) e Maracaju (334).

A dengue, zika e chikungunya são três doenças transmitidas por vetor. A melhor forma de combater o aumento de casos é a eliminação dos focos de reprodução do mosquito Aedes aegypti.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS