quinta, 04 de junho, 2026
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O Governo do Estado investiu mais de R$ 500 milhões em obras de infraestrutura. Em 2016, estradas, pavimentação urbanas, construção de pontes, saneamento e outros foram contemplados com R$ 514.948.828,10 milhões de recursos.
“Este ano uma das nossas prioridades foi a construção de pontes, a manutenção de estradas e a elaboração de projetos executivos de obras. Com relação a manutenção de estradas, como realizamos a contratação em setembro do ano passado, o maior valor aplicado foi este ano. Conseguimos investir em várias estradas e, principalmente, nas não pavimentadas que contemplamos com cascalho mais de três mil quilômetros”, disse o secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo Miglioli.
Deste montante, R$ 121.006.760,65 foram para pavimentação, restauração de rodovias e construção de pontes; R$ 214.142.067,45 para infraestrutura urbana, como serviços de pavimentação de vias urbanas, água, esgoto e saneamento; R$159,3 milhões para manutenção de estradas e R$ 20,5 milhões para elaboração de projetos executivos.
Na pavimentação de rodovias e construção de pontes foram entregues obras como o acesso a Usina Iaco na MS-425, em Chapadão do Sul; MS-010 – anel viário de Campo Grande a Rochedinho; acesso a Usina Raizen, na MS-156. E ainda tiveram inicio este ano, obras emblemáticas como a revitalização do prolongamento da Avenida Euler de Azevedo, no trecho da Avenida Dom Antônio Barbosa, em Campo Grande; retomada da pavimentação da MS-382, próximo a Serra da Bodoquena; pavimentação da Água Fria, em Maracaju.
Neste montante de investimentos para a pavimentação também está incluso o saldo do Programa Obra Inacabada Zero, no valor de R$ 15.566.792,89, cujas obras já foram 97% entregues. “Nos quase zeramos o Programa de Obras Inacabadas, restando apenas os presídios em Campo Grande e o Aquário”, pontuou Miglioli.
Investimentos
Outra prioridade do Governo foi a construção de pontes de concreto. O Governo lançou em novembro o pacote de R$ 65 milhões de reais que prevê a construção de 66 pontes de concreto armado até o final de 2018. Deste total, 20 já começaram a ser construídas de forma imediata. Fazem parte do pacote, pontes levadas pelas fortes chuvas do final de 2015/início de 2016 e pontes de madeira que serão substituídas por concreto. Com o pacote, Mato Grosso do Sul passara a ter um incremento de 30% no numero pontes em concreto. A maior parte dos recursos, R$ 45 milhões, é do Governo Estadual.
Deste programa de construção de pontes de concreto, seis já foram entregues este ano: sobre a Vazante do Rio Amambaí, na divisa de MS e Paraná; a ponte de concreto sobre o Rio Cangueri, na MS-485; também sobre o Córrego Rolador, que beneficia a Colônia Pulador em Anastácio; a ponte do córrego Santo Antonio, em Guia Lopes; sobre o Rio Caracol, em Caracol e a ponte sobre o Rio Guaimbé, na MS-379, em Aral Moreira. As pontes já entregues totalizam investimentos de R$ 6.735.993,42 milhões.
As estradas estaduais pavimentadas e não pavimentadas também receberam do Governo do Estado R$ 159.313.518,93 milhões em investimentos (dados ate novembro deste ano), totalizando uma media de R$ 14,5 milhões por mês, gastos com manutenção. Dos 8.552,10 quilômetros não pavimentados, mais de 3 mil foram contemplados com cascalhamento.
Outro grande destaque em investimentos em 2016 foi a contratação de projetos executivos. Para garantir a segurança da população e a qualidade das obras, o Governo destinou para projeto de construção de pontes, implantação e restauração de rodovias R$ 20,5 milhões. Ao todo são 120 projetos, sendo 32 projetos para implantação de rodovias, 20 para restauração e pavimentação de rodovias, 52 para construção de pontes municipais e 16 para construção de pontes estaduais.
Para os serviços de infraestrutura urbana como pavimentação restauração de vias urbanas e drenagem foram pagos em 2016 R$ 48.353.978,91, dos quais além de fontes do Fundersul contam com recursos federais. Já as obras de saneamento contaram com R$ 65.026.752,92 de recursos estaduais e federais, e mais R$ 100.761.335,62 da Sanesul.
Na área dos empreendimentos civis foi anunciado como prioridade do Governo do Estado a construção dos hospitais regionais de Dourados e Três Lagoas. Em Três Lagoas, já está com licitação em andamento. O valor orçado e de R$ 68.457.415,73 apenas para a parte civil da obra. Já o hospital de Dourados teve garantido, novembro último, pelo Ministério da Saúde, a liberação de R$ 15 milhões. A licitação e o início das obras devem acontecer em 2017.
Segundo o secretário de Estado de Infraestrutura, em 2017 será lançado um pacote de restauração de rodovias, programa que recebera investimentos de 300 a 400 milhões de reais. “Estamos preparando para o ano que vem o programa de restauração de rodovias pavimentadas uma vez que o Governo entende que mais importante que construir novas rodovias é manter os que já temos”.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS