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MS recebeu 400 mil raios em três meses, informa Inpe

Em 2014, até o meio de novembro, 84 pessoas morreram em decorrência de raios no Brasil

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9 de janeiro de 2015

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CGnews

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Campo Grande está entre as 120 cidades brasileiras com maior densidade de raios por ano, com média de 13.43 por km²/ano, segundo dados do Intituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O número coloca a cidade em 117º no ranking nacional e em 5º no ranking estadual.

Segundo o órgão, nos últimos três meses caíram cerca de 400 mil raios no estado. Em Campo Grande, no mesmo período foram registrados cerca de 11 mil descargas elétricas. Os raios são fenômenos da natureza que acontecem quando as nuvens cheias de partículas de gelo se eletrizam por um atrito.

As cargas se dividem entre positivas e negativas, e essa atração entre as cargas provoca a descarga elétrica. Só em Campo Grande, nas últimas 24 horas, foram registrados 153 raios. No estado, segundo o Grupo de Eletricidade do Inpe, foram 2.433 raios em 24 horas.

No domingo (4), a atividade elétrica no estado estava em alta segundo o monitoramento do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT), ligado ao Inpe. O órgão considera alta incidência quando caem mais de 100 raios em 24 horas. Neste dia, no estado foram cerca de 13 mil e na capital o número registrado foi de 1.240.

Em 2014, até o meio de novembro, 84 pessoas morreram em decorrência de raios no Brasil, de acordo com um boletim do Elat publicado no início de dezembro. Entre 2000 e 2013, em todo o Brasil, 1.672 pessoas foram mortas por descargas atmosféricas.

De acordo com o professor da UFMS, Ydenei Alves Fernandes (Doutor em Geofísica Espacial), essas descargas acontecem 70% entre primavera e verão. Essa época de incidências maiores acontecem porque está chegando o verão, e pelas caracaterísticas da nossa localidade e posição geográfica, o que favorece a umidade chegada vinda da Amozônia, os dias mais mais quentes por causa da radiação solar. Além disso as frentes frias que vem do Sul, também colaboram para essas estatísticas.

De acordo com o especialista, o calor intenso e o alto nível de umidade, produzem as condições propícias para tempestades severas acompanhadas de muitos raios. "Nesta época do ano a incidência de raios é muito alta e o Brasil é o País onde eles são mais comuns", disse. Segundo o Elat, o País recebe 50 milhões de raios por ano e, a cada 50 mortes por raios no mundo, uma ocorre no Brasil.

Em MS ainda não há uma estatística das mortes por raios no ano passado.

Segundo o Inpe, a maior parte das mortes ocorreu em áreas rurais (24% do total), seguido por ocorrências dentro de casa (16%), próximo a um veículo (12%), embaixo de uma árvore ou jogandofutebol (9%), sob coberturas como toldos ou deques (6%) e na praia (5%).

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS